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Educação

Unicamp libera a consulta do local de prova da segunda fase – Notícias

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A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) liberou nesta terça-feira (29) a consulta sobre o local de prova da segunda fase do vestibular. A conferência das informações é individual e exige senha. A Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp) orienta que todos os candidatos façam a consulta, porque pode ter havido alteração de endereço do local da primeira fase.


Os candidatos farão a segunda fase do vestibular nos dias 11 e 12 de dezembro. Eles terão cinco horas em cada dia para responder a questões dissertativas. As provas têm uma parte comum a todos os candidatos e outra diversificada, conforme a área de conhecimento do curso escolhido em primeira opção (ciências biológicas/saúde; ciências exatas/tecnológicas; ciências humanas/artes).



Neste ano, a prova da segunda fase será impressa em cores, o que contribui para uma leitura mais detalhada dos diversos tipos de imagm usados nos enunciados das questões (gráficos, tabelas, fotos etc.). Cada questão dissertativa vale quatro pontos e contém dois itens, que valem dois pontos cada um. As provas obedecem à seguinte distribuição:


Primeiro dia (prova comum a todos os candidatos):


– prova de redação (composta de duas propostas de texto, para que o candidato eleja e execute apenas uma delas);

– prova de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, com seis questões;

– prova interdisciplinar com duas questões interdisciplinares em língua inglesa e duas questões interdisciplinares de ciências da natureza.


Segundo dia (prova comum a todos os candidatos):


– prova de matemática, com seis questões;

– prova interdisciplinar com duas questões interdisciplinares de ciências humanas;


Segundo dia (provas de conhecimentos específicos, conforme a opção de curso)


– candidatos da área de ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química;

– candidatos da área de ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química;

– candidatos da área de ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, que englobam conteúdos de filosofia e sociologia.


Fonte: R7

Educação

Traços de personalidades que caracterizam uma infância dolorosa

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Quando uma criança está em fase de criação, vários fatores podem contribuir para a formação de sua personalidade. Vários estudos comprovaram que experiências dolorosas na infância podem gerar um adulto traumatizado. Por isso, os responsáveis pela criança devem ter consciência de que forma estão contribuindo para a sua personalidade. Confira 5 características de problemas na infância.

Como a forma de criação na infância pode impactar na personalidade da vida adulta

O primeiro ponto a ser entendido é que a personalidade desenvolvida, quando adulto, não é totalmente culpa do indivíduo. Ter autocompaixão é fundamental no processo, pois é comum ter a sensação de risco duplo, ou seja, ser ferido na infância e carregar as cicatrizes na vida adulta.

Portanto, confira abaixo 5 características relacionadas a uma infância traumatizada:

  1. Neuroticismo

Quando um adulto precisa lidar com situações difíceis e não sabe como administrá-las, muitas vezes isso é compreensível. Pois, quando criança, ele pode ter tido uma infância ditada por emoções negativas (que estão propensas à depressão, preocupação, raiva, pânico ou ansiedade).

  1. Raiva e agressão

Adversidades na infância poderão influenciar o adulto a ser uma pessoa zangada, hostil ou fisicamente agressiva. Além disso, essas pessoas podem acabar agindo de maneira compulsiva. Isso tudo pode ter sido desenvolvido por medidas de proteção contra perdas e maus-tratos na infância.

  1. Baixa amabilidade

Os que foram muito maltratados na infância, normalmente têm dificuldades para lidar com discussões na vida adulta. Relacionados a várias emoções negativas, eles acabam optando em fazer tudo sozinhos e, por isso, distanciam-se das pessoas.

  1. Orientação externa para o sucesso

Às vezes o sentimento de vulnerabilidade é tão presente, que podem levar a pessoa a ser orgulhosa e arrogante. É comum vermos pessoas desse tipo almejarem pela fama e sucesso financeiro, pois estando nesses patamares elas aliviarão a dor e as privações do passado.

  1. Baixo engajamento

São pessoas que poderão ter dificuldades em encontrar atividades construtivas que realmente gostam de fazer. Elas não têm um senso claro de propósito. Possuem uma resistência em se sentir bem consigo mesmos, além de lutarem, constantemente, pela produtividade. Tendem a ser independentes e, por hora, indiferentes.

Fonte: R7

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Educação

dez novas leguminosas são descobertas em estudo

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As leguminosas são da família Fabaceae, que nos fornecem alimentos bastante nutritivos, que são fonte de vitaminas C, K e do complexo B, especialmente de ácido fólico e B1. Além disso, são ricos em sais minerais. Principalmente ferro, cálcio, potássio, fósforo e zinco. São importantíssimos na alimentação diária.

Novas leguminosas são descobertas

Recentemente, em um estudo realizado por pesquisadores brasileiros e estrangeiros, dez novas espécies dessas plantas foram descobertas. Todas nativas da região neotropical que abrange regiões da América Central até o Sul do Brasil. A má notícia é que essas espécies estão em sério risco de extinção.

A União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) estabelece alguns critérios de análise sobre o estado de conservação. Todos foram utilizados pelos pesquisadores, que verificaram que grande parte destas dez plantas descobertas está pelo menos em alguma categoria de risco de extinção.

De acordo com o que foi dito para a Agência Brasil, o doutorando da Escola Nacional de Botânica Tropical do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Alexandre Gibau de Lima, que é também um dos autores do estudo que realizou as descobertas, “muitas dessas espécies ocorrem em áreas fora de unidades de conservação, em áreas que são pequenos fragmentos em torno de grandes plantios, em áreas que foram urbanizadas”.

De tal maneira, é impossível estabelecer quaisquer ações ou medidas devem ser tomadas para a conservação das espécies, já que não há ainda um conhecimento amplo sobre as plantas.

Entre as que foram descobertas, podemos destacar duas. Confira abaixo:

  • Barbatimão-do-rio-doce: árvore que pode chegar a 20 metros de altura encontrada somente na Mata Atlântica;
  • Styphnodendron velutinum: árvore de até cinco metros, localizada no noroeste de Minas Gerais, no Cerrado;

O próximo passo deve ser a conexão desse estudo científico com os centros de conservação, buscando encontrar medidas e alternativas para a conservação destas espécies. Além disso, para que as plantas possam ser utilizadas, tanto no aspecto medicinal, alimentício ou madeireiro, é necessário um maior conhecimento sobre as espécies.

Fonte: R7

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Educação

As estrelas estão desaparecendo do céu; Saiba o motivo

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Para aqueles que adoram observar o céu noturno e ver como o universo é bonito com todos os pontinhos brilhantes que chamamos de estrelas, o que está acontecendo com o passar dos anos é desesperador. O fenômeno Skyglow está cada vez mais diminuindo o número de estrelas observadas no céu a olho nu. Entenda como é causado esse efeito.

As estrelas desaparecendo! Saiba o por quê

Saiba quais são os motivos de estarmos vendo cada dia menos estrelas no nosso céu, bem como por que isso pode se tornar um grande problema no futuro.

Skyglow

Esse fenômeno nada mais é que a poluição luminosa emitida principalmente por grandes cidades. Porém, com o passar dos anos, essa poluição está crescendo cada vez mais e isso está causando a “perda” de estrelas. De acordo com novas pesquisas, esse fenômeno, chamado de Skyglow, roubou de quase um terço de todos os seres humanos a vista de nossa própria galáxia.

Os autores estimam que 80% das pessoas nos EUA e 30% no mundo não conseguem observar o arco etéreo da Via-Láctea em uma noite clara.

Segundo Christopher Kyba, principal autor desse novo estudo, parte do problema sobre o que podemos ver com olhos sem ajuda tem a ver com os tipos de iluminação em uso.

Mais luz no céu, menos estrelas

“As luzes LED têm um forte efeito sobre nossa percepção do brilho do céu”, disse Kyba. “Essa pode ser uma das razões por trás da discrepância entre as medições de satélite e as condições do céu relatadas pelos participantes do Globe at Night.”

Os países mais desenvolvidos são os mais afetados, por justamente terem mais cidades grandes emitindo um número excessivo de luz artificial no céu, e esse problema não está apenas na nossa visão quando olhamos para o céu. Afeta principalmente as observações de satélites e até de animais noturnos.

Afetados pela luz

Além dos impactos na astronomia, há outras consequências, principalmente em outros animais. Segundo a diretora da Globe at Night, Constance Walker, o Skyglow está começando a afetar animais diurnos e noturnos, e isso pode ocasionar problemas futuros na forma como esses animais caçam e sobrevivem.

Ela também alerta para a questão de que há pouco interesse em preservar o céu escuro e que são necessários mais estudos relatando as consequências desse fenômeno.

“O aumento do brilho do céu na última década ressalta a importância de redobrar nossos esforços e desenvolver novas estratégias para proteger o céu escuro”, diz Walker.

Fonte: R7

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