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Educação

UFRGS terá 1.703 vagas para a seleção

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A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) terá 1.703 vagas ofertadas no Sisu 2023, por meio das notas do Enem 2022.

UFRGS Sisu 2023

São 97 cursos de graduação, que juntos terão a seguinte distribuição das vagas:

  • 829 vagas ofertadas no Sisu – ampla concorrência;
  • 0 vagas ofertadas no Sisu – ações afirmativas;
  • 874 vagas ofertadas no Sisu – Lei nº 12.711/2012.

No termo de adesão da UFRGS com o Sisu 2023, o estudante poderá conferir os cursos, vagas, local de oferta, pesos das notas do Enem, as modalidades de vagas e a documentação para a matrícula.

Cronograma Sisu 2023

O Ministério da Educação divulgou as datas do Sisu 2023, cuja inscrição será logo após a divulgação do resultado do Enem 2022. Na primeira edição de 2022, foram oferecidas mais de 206.000 vagas, em mais de 110 Instituições Federais.

Inscrição

As inscrições para o Sisu 2023 serão realizadas no período de 16 a 24 de fevereiro de 2023, através exclusivamente do site oficial do processo seletivo do MEC.

Modalidades de Vagas/concorrência

Veja abaixo as modalidades de vagas oferecidas pela Instituição, conforme o termo de adesão:

  • A0: Ampla concorrência.
  • L1: Candidatos com renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas (Lei nº 12.711/2012).
  • L2: Candidatos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, com renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo e que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas (Lei nº
    12.711/2012).
  • L5: Candidatos que, independentemente da renda (art. 14, II, Portaria Normativa nº 18/2012), tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas (Lei nº 12.711/2012).
  • L6: Candidatos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas que, independentemente da renda (art. 14, II, Portaria Normativa nº 18/2012), tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas (Lei nº
    12.711/2012).
  • L9: Candidatos com deficiência que tenham renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo e que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas (Lei nº 12.711/2012).
  • L10: Candidatos com deficiência autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, que tenham renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo e que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas
    públicas (Lei nº 12.711/2012).
  • L13: Candidatos com deficiência que, independentemente da renda (art. 14, II, Portaria Normativa nº 18/2012), tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas (Lei nº 12.711/2012).
  • L14: Candidatos com deficiência autodeclarados pretos, pardos ou indígenas que, independentemente da renda (art. 14, II, Portaria Normativa nº 18/2012), tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas
    (Lei nº 12.711/2012).

Fonte: R7

Educação

Traços de personalidades que caracterizam uma infância dolorosa

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Quando uma criança está em fase de criação, vários fatores podem contribuir para a formação de sua personalidade. Vários estudos comprovaram que experiências dolorosas na infância podem gerar um adulto traumatizado. Por isso, os responsáveis pela criança devem ter consciência de que forma estão contribuindo para a sua personalidade. Confira 5 características de problemas na infância.

Como a forma de criação na infância pode impactar na personalidade da vida adulta

O primeiro ponto a ser entendido é que a personalidade desenvolvida, quando adulto, não é totalmente culpa do indivíduo. Ter autocompaixão é fundamental no processo, pois é comum ter a sensação de risco duplo, ou seja, ser ferido na infância e carregar as cicatrizes na vida adulta.

Portanto, confira abaixo 5 características relacionadas a uma infância traumatizada:

  1. Neuroticismo

Quando um adulto precisa lidar com situações difíceis e não sabe como administrá-las, muitas vezes isso é compreensível. Pois, quando criança, ele pode ter tido uma infância ditada por emoções negativas (que estão propensas à depressão, preocupação, raiva, pânico ou ansiedade).

  1. Raiva e agressão

Adversidades na infância poderão influenciar o adulto a ser uma pessoa zangada, hostil ou fisicamente agressiva. Além disso, essas pessoas podem acabar agindo de maneira compulsiva. Isso tudo pode ter sido desenvolvido por medidas de proteção contra perdas e maus-tratos na infância.

  1. Baixa amabilidade

Os que foram muito maltratados na infância, normalmente têm dificuldades para lidar com discussões na vida adulta. Relacionados a várias emoções negativas, eles acabam optando em fazer tudo sozinhos e, por isso, distanciam-se das pessoas.

  1. Orientação externa para o sucesso

Às vezes o sentimento de vulnerabilidade é tão presente, que podem levar a pessoa a ser orgulhosa e arrogante. É comum vermos pessoas desse tipo almejarem pela fama e sucesso financeiro, pois estando nesses patamares elas aliviarão a dor e as privações do passado.

  1. Baixo engajamento

São pessoas que poderão ter dificuldades em encontrar atividades construtivas que realmente gostam de fazer. Elas não têm um senso claro de propósito. Possuem uma resistência em se sentir bem consigo mesmos, além de lutarem, constantemente, pela produtividade. Tendem a ser independentes e, por hora, indiferentes.

Fonte: R7

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Educação

dez novas leguminosas são descobertas em estudo

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As leguminosas são da família Fabaceae, que nos fornecem alimentos bastante nutritivos, que são fonte de vitaminas C, K e do complexo B, especialmente de ácido fólico e B1. Além disso, são ricos em sais minerais. Principalmente ferro, cálcio, potássio, fósforo e zinco. São importantíssimos na alimentação diária.

Novas leguminosas são descobertas

Recentemente, em um estudo realizado por pesquisadores brasileiros e estrangeiros, dez novas espécies dessas plantas foram descobertas. Todas nativas da região neotropical que abrange regiões da América Central até o Sul do Brasil. A má notícia é que essas espécies estão em sério risco de extinção.

A União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) estabelece alguns critérios de análise sobre o estado de conservação. Todos foram utilizados pelos pesquisadores, que verificaram que grande parte destas dez plantas descobertas está pelo menos em alguma categoria de risco de extinção.

De acordo com o que foi dito para a Agência Brasil, o doutorando da Escola Nacional de Botânica Tropical do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Alexandre Gibau de Lima, que é também um dos autores do estudo que realizou as descobertas, “muitas dessas espécies ocorrem em áreas fora de unidades de conservação, em áreas que são pequenos fragmentos em torno de grandes plantios, em áreas que foram urbanizadas”.

De tal maneira, é impossível estabelecer quaisquer ações ou medidas devem ser tomadas para a conservação das espécies, já que não há ainda um conhecimento amplo sobre as plantas.

Entre as que foram descobertas, podemos destacar duas. Confira abaixo:

  • Barbatimão-do-rio-doce: árvore que pode chegar a 20 metros de altura encontrada somente na Mata Atlântica;
  • Styphnodendron velutinum: árvore de até cinco metros, localizada no noroeste de Minas Gerais, no Cerrado;

O próximo passo deve ser a conexão desse estudo científico com os centros de conservação, buscando encontrar medidas e alternativas para a conservação destas espécies. Além disso, para que as plantas possam ser utilizadas, tanto no aspecto medicinal, alimentício ou madeireiro, é necessário um maior conhecimento sobre as espécies.

Fonte: R7

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Educação

Como a inteligência artificial para criação de texto muda o ensino? – Notícias

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Lançado em novembro, o ChatGPT, uma inteligência artificial de geração de texto (GPT-3) em uma interface de uso simples (um chat, como o próprio nome diz), desenvolvida pela empresa OpenAI deu o que falar e mostrou seu poder: “foi aprovada” no exame final do MBA (Master in Business Administration) da Universidade de Wharton, no MBE (Exame de Ordem) e também no USMLE (Exame de Licenciamento Médico dos Estados Unidos).


Na área educação, nos EUA, chegou no “meio” do semestre letivo e já causou um certo frenesi, com instituições banindo o uso dele. No Brasil, chegou quando o semestre se encerrava, mas, agora, professores já estudam a plataforma e, com base nisso, pensam os planos de ensino e as avaliações com a presença desse “novo aluno”.



Questionado sobre seus impactos na educação, o próprio ChatGPT reconhece que sua introdução pode aumentar casos de plágio, mas destaca que “a prevenção da prática ‘depende da educação dos estudantes sobre a importância da integridade acadêmica e da autoria original”, e frisa que embore prime pela objetividade, suas respostas podem refletir “vieses” e “desigualdades” das fontes do banco de dados dele.


A interface web ainda está completamente em inglês, mas o robozinho entende e dá respostas em um português bastante razoável, fora alguns deslizes ortográficos.


Quais são os benefícios e os riscos do ChatGPT na educação?


Benefícios:


1. Acessibilidade: permite que alunos tenham acesso a informações e recursos educacionais 24/7.


2. Personalização: pode adaptar suas respostas às necessidades individuais dos estudantes.


3. Conveniência: os estudantes podem fazer perguntas e receber respostas rapidamente, sem ter que esperar por um professor ou tutor.


Riscos:


1. Precisão: dependendo do treinamento, o modelo pode não fornecer informações precisas ou atualizadas.


2. Limitado à programação: não pode considerar nuances ou contextos complexos.


3. Falta de ensino humano: não pode fornecer feedback individualizado, orientação ou incentivo.


O ChatGPT pode aumentar o plágio em trabalhos escolares?


Sim, há um risco de aumento do plágio se os estudantes usarem o ChatGPT para copiar respostas ou informações diretamente em seus trabalhos escolares. É importante que os educadores ensinem aos estudantes a importância da citação e da integridade acadêmica, independentemente do uso da tecnologia.


Como identificar um plágio utilizando o ChatGPT?


1. Verificação de fontes: comparar as respostas do ChatGPT com fontes confiáveis para verificar sua precisão e originalidade.


2. Análise de escrita: comparar a escrita dos estudantes com as respostas do ChatGPT para identificar semelhanças significativas.


3. Ferramentas anti-plágio: usar ferramentas de software de anti-plágio para verificar se as respostas dos estudantes correspondem a respostas conhecidas do ChatGPT.


Observe que essas medidas são meramente preventivas e que a prevenção eficaz do plágio ainda depende da educação dos estudantes sobre a importância da integridade acadêmica e da autoria original.


Como usar o ChatGPT como um aliado no processo de ensino-aprendizagem?


1. Como recurso complementar: usar o ChatGPT como uma fonte adicional de informações e recursos para complementar o ensino dos professores.


2. Para estimular a pesquisa: incentivar os estudantes a formular perguntas e explorar diferentes perspectivas com o ChatGPT.


3. Para melhorar a compreensão: usar o ChatGPT como uma ferramenta para clarificar dúvidas e conceitos, ajudando os estudantes a compreender melhor o material.


4. Como ferramenta de autoavaliação: os estudantes podem testar seu conhecimento perguntando ao ChatGPT questões relacionadas ao material que estão estudando.


Observe que o uso do ChatGPT como aliado no processo de ensino-aprendizagem deve ser supervisionado e orientado por educadores, que devem certificar-se de que o modelo está fornecendo informações precisas e apropriadas.


Por que os alunos não devem recorrer ao plágio em seus trabalhos acadêmicos?


O plágio é inapropriado porque:


1. Viola a integridade acadêmica: os trabalhos escolares devem refletir o conhecimento e a compreensão dos alunos, não de outras fontes.


2. Rouba a autoria: o plágio impede que os alunos recebam o crédito pelo trabalho que realizaram.


3. Não incentiva o aprendizado: o plágio não incentiva o desenvolvimento de habilidades críticas e independentes de pensamento.


4. Pode resultar em sanções: dependendo da escola ou da instituição, o plágio pode resultar em sanções graves, como a reprovação em uma atividade ou curso.


Em vez de recorrer ao plágio, os alunos devem se esforçar para desenvolver habilidades de pesquisa e escrita, citar fontes apropriadamente e produzir trabalhos escolares originais e significativos.


Como referenciar conteúdos fornecidos pelo ChatGPT em meus trabalhos acadêmicos?


Recomenda-se citar as informações fornecidas pelo ChatGPT como uma fonte de informação da Internet. Algumas sugestões incluem:


1. Autor: OpenAI


2. Título do Site: OpenAI


3. Data de acesso: data em que você obteve as informações do ChatGPT


4. URL: https://openai.com/


Exemplo de formatação em estilo MLA:


OpenAI. OpenAI, https://openai.com/. Acessado em [data de acesso].


Cada escola ou instituição pode ter suas próprias exigências de formatação, então é importante verificar as diretrizes específicas da sua instituição antes de citar fontes da Internet.


O ChatGPT contem viés humano em suas respostas?


Sim, o ChatGPT foi treinado com base em grandes quantidades de texto da Internet e outras fontes, e, como resultado, pode refletir vieses e desigualdades presentes nessas fontes. Por exemplo, pode haver uma representação inadequada de grupos minoritários ou desigualdades de gênero em suas respostas.


É importante levar isso em consideração e verificar com fontes confiáveis para garantir a precisão e a objetividade das informações fornecidas pelo ChatGPT. Além disso, a OpenAI está trabalhando para minimizar os vieses em suas tecnologias de IA.


Como identificar que uma resposta do ChatGPT tem alguma imprecisão?


Algumas dicas para identificar a precisão de uma resposta do ChatGPT incluem:


1. Verificar fontes confiáveis: consulte fontes de informação confiáveis, como livros, artigos de periódicos e sites governamentais, para verificar a precisão das informações fornecidas pelo ChatGPT.


2. Considerar o contexto: o ChatGPT pode ter dificuldade em compreender o contexto preciso de uma pergunta e pode fornecer informações imprecisas ou desatualizadas.


3. Analisar a linguagem: as respostas do ChatGPT são geradas automaticamente e podem conter erros de gramática, ortografia e sintaxe.


4. Questionar afirmações extremas ou surpreendentes: as respostas do ChatGPT podem incluir afirmações extremas ou surpreendentes que requerem verificação adicional.


Em geral, é importante ter um senso crítico e verificar as informações fornecidas pelo ChatGPT antes de usá-las em trabalhos escolares ou em outras situações importantes.


O ChatGPT pode substituir um professor no futuro?


Não. O ChatGPT é apenas uma ferramenta tecnológica e não pode substituir completamente a interação humana, a empatia e a habilidade de ensinar de um professor. Ele pode ser uma ajuda complementar, mas não pode substituir a importância do ensino humano.

Fonte: R7

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