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Sem grana para celular? Compare os baratinhos Galaxy A13 e Blu B3

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Nem todo mundo quer (ou precisa) de um celular com câmera espetacular, processador ultraveloz e tela de última geração. Muita gente só quer celular para o “básico”: fazer ligação, acessar a internet e usar apps de mensagem. De vez em quando, uma foto.

Dois exemplos são o Blu B3, um smartphone brasileiro, e o Galaxy A13, que ocupa as camadas mais básicas dos aparelhos da Samsung. Colocamos ambos lado a lado nesse comparativo – e apenas R$ 100 separam os dois aparelhos. Qual vale mais a pena?

Blu B3

  • Altura: 163,4 mm
  • Largura: 78,8 mm
  • Espessura: 10,75 mm
  • Peso: 205 g

Samsung Galaxy A13

  • Altura: 165,1 mm
  • Largura: 76,4 mm
  • Espessura: 8,8 mm
  • Peso: 195 g

As medidas são similares, mas o Galaxy A13 leva vantagem em dois pontos importantes: é mais fino e mais leve. Isso é algo que faz a diferença quando se carrega o celular no bolso. Ele será menos notado quando você o levar por aí.

O Galaxy A13 também se sai melhor na aparência. Ele segue o visual da família Samsung, com tela ocupando praticamente toda a frente, câmeras bem integradas à traseira e opção de quatro cores: azul, preto, branco e rosé.

Já o Blu B3 parece ter sido lançado com alguns anos de atraso. A tela não ocupa toda a frente do aparelho, com barras pretas no topo e na base, e a parte traseira é bastante sem graça.

VEREDITO: vitória do Samsung Galaxy A13.

Blu B3

  • Tipo: Curved Glass de 6 polegadas (15,24 cm)
  • Resolução: HD+ de 720 x 1440 pixels
  • Taxa de atualização: 60 Hz

Samsung Galaxy A13

  • Tipo: PLS LCD de 6,6 polegadas (16,76 cm)
  • Resolução: Full HD+ de 1080 x 2408 pixels
  • Taxa de atualização: 60 Hz

Nenhum dos aparelhos tem uma tela que possa ser considerada avançada. Mas o arroz com feijão do Galaxy A13 tem tempero melhor do que o do Blu B3. O Samsung ganha em tamanho e resolução.

Isso o torna mais adequado para assistir a vídeos, mas ele não é brilhante na função, já que a taxa de atualização de 60 Hz (igual à do Blu B3) é o famoso “mínimo necessário”.

VEREDITO: vitória do Samsung Galaxy A13.

Blu B3

Samsung Galaxy A13

Não há muito o que se dizer aqui: a bateria do Samsung supera de lavada. Os 2.000 mAh a mais fazem muita diferença.

Para piorar, o Blu traz um carregador com conexão USB tipo B, que leva cerca de 2h para preencher a bateria do aparelho. É muito tempo, mesmo com a bateria tão menor.

O Samsung traz um carregador convencional na caixa, mas ao menos a conexão é por USB-C, mais rápida.

VEREDITO: vitória do Samsung Galaxy A13.

Blu B3

  • Traseira: grande angular de 13 MP e sensor de profundidade de 2 MP
  • Frontal: grande angular de 8 MP

Samsung Galaxy A13

  • Traseira: grande angular de 50 MP, ultra-angular de 5 MP e macro de 2 MP e sensor de profundidade de 2 MP
  • Frontal: grande angular de 8 MP

TRASEIRA

Outra vitória incontestável do Samsung, que traz um conjunto traseiro quádruplo de câmeras. A combinação privilegia fotos de média e curta distância. Não empolga, mas ao menos tem tudo para não deixar os usuários na mão.

É uma situação bem diferente do conjunto do Blu B3, que em teste feito por Tilt apresentou um desempenho bastante errático e fraco.

VEREDITO: vitória do Samsung Galaxy A13.

FRONTAL

As câmeras de selfie dos dois aparelhos empatam em número de megapixels. No teste de Tilt com o B3, a câmera dianteira sofreu para tirar fotos equilibradas, com áreas mais claras estouradas e pouca definição.

É bem provável que o A13 aproveite os 8 MP de forma melhor. No entanto, como consideramos apenas os números para esse comparativo, daremos o benefício do empate neste quesito.

VEREDITO: empate.

Blu B3

  • Processador: UNISOC T310 (quad-core, 2 GHz)
  • Memória RAM: 3 GB
  • Armazenamento: 32 GB (aceita cartão SD de até 64 GB)

Samsung Galaxy A13

  • Processador: Exynos 850 (octa-core, 2 GHz)
  • Memória RAM: 4 GB
  • Armazenamento: 128 GB (aceita cartão SD de até 1 TB)

Outra categoria que faz o Blu B3 parecer uma relíquia do passado. Ele usa um processador de quatro núcleos, com frequência máxima de 2 GHz. Até poderíamos argumentar que o conjunto do Galaxy A13 tem a mesma frequência, porém ele traz o dobro do número de núcleos. Em suma, ele trabalha de maneira mais folgada.

Ter mais memória RAM também ajuda o Samsung na hora de entregar desempenho. E, com relação ao armazenamento, os 32 GB do Blu B3 parecem bem insuficientes hoje em dia.

VEREDITO: vitória do Samsung Galaxy A13.

Os dois aparelhos se concentram em fazer o básico. O que poderia ser um diferencial aqui é que o Blu B3 é acompanhado de um par de fones TWS. Mas os acessórios, ao menos no review de Tilt, não tiveram bom desempenho, especialmente em estabilidade de conexão Bluetooth.

VEREDITO: empate

Blu B3: R$ 999
Samsung Galaxy A13: R$ 1.099 (preço no site oficial para pagamento à vista)

Os dois aparelhos são celulares baratos, com valores próximos de R$ 1.000. Pesquisando, é possível encontrar ambos mais barato.

A dúvida que fica é: vale economizar esses R$ 100 de diferença? Olhando este breve comparativo, a resposta é um categórico “não”. A diferença entre os aparelhos é muito maior do que a distância de preços pode supor. O Samsung traz um conjunto modesto, mas que ao menos é moderno.

RESULTADO FINAL: vitória do Samsung Galaxy A13.

Fonte: uol.com.br

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Senador dos EUA pede que Apple e Google tirem TikTok de lojas de aplicativos – 02/02/2023

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WASHINGTON (Reuters) – O TikTok, da chinesa ByteDance, deve ser removido das lojas de aplicativos administradas por Apple e Google, porque o aplicativo de vídeos curtos representa um risco à segurança nacional, disse o senador democrata Michael Bennet, em uma carta.

O aplicativo, que o Congresso dos Estados Unidos já baniu dos dispositivos do governo federal, tem sido alvo de críticas crescentes por causa de preocupações de que o governo da China possa usá-lo para colher dados sobre norte-americanos ou promover interesses chineses.

“Nenhuma empresa sujeita aos ditames do Partido Comunista Chinês deve ter o poder de acumular dados tão extensos sobre o povo norte-americano ou selecionar conteúdo para quase um terço de nossa população”, escreveu Bennet na carta ao presidente-executivo da Alphabet, Sundar Pichai, e ao presidente-executivo da Apple, Tim Cook.

“Dados esses riscos, peço que removam o TikTok de suas respectivas lojas de aplicativos imediatamente”, escreveu ele.

Antes da carta de Bennet, os republicanos lideravam em grande parte ataques ao TikTok e às preocupações de segurança nacional, embora o senador democrata Dick Durbin já exortasse os americanos a pararem de usar o aplicativo.

Na Câmara, que agora está nas mãos dos republicanos, o Comitê de Relações Exteriores planeja votar este mês um projeto de lei que visa bloquear o uso do TikTok nos Estados Unidos.

Em 2020, o então presidente norte-americano Donald Trump tentou impedir que novos usuários baixassem o aplicativo e proibiu outras transações que efetivamente impediriam o uso do TikTok nos Estados Unidos, mas a ação foi rejeitada pelos tribunais.

Por seu lado, a empresa diz que o governo da China não pode acessar os dados pessoais dos cidadãos dos Estados Unidos ou manipular o conteúdo do aplicativo.

O presidente-executivo do TikTok, Shou Zi Chew, deve comparecer ao Comitê de Energia e Comércio da Câmara dos Estados Unidos em março.

(Por Diane Bartz)

Fonte: uol.com.br

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Ações da Meta sobem quando Zuckerberg inicia o ‘Ano de Eficiência’

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O CEO da Meta Platforms Inc., Mark Zuckerberg, deu um novo tom aos investidores na quarta-feira: a gigante da mídia social será mais enxuta, mais eficiente e mais decisiva, com uma grande ajuda da inteligência artificial.

As ações da empresa subiram mais de 20% no final do pregão sobre a receita do quarto trimestre que superou as expectativas. Zuckerberg, que passou o ano passado prometendo um futuro distante em um mundo digital chamado metaverso, na quarta-feira estava mais focado em problemas imediatos, como enviar aos usuários os vídeos mais relevantes no momento certo e, finalmente, obter uma receita significativa com produtos de mensagens. . Ele chamou 2023 de “Ano da Eficiência”.

“Estamos trabalhando para achatar nossa estrutura organizacional e remover algumas camadas de gerenciamento intermediário para tomar decisões mais rapidamente, além de implantar ferramentas de IA para ajudar nossos engenheiros a serem mais produtivos”, disse Zuckerberg em uma teleconferência com investidores. “Haverá mais coisas que podemos fazer para melhorar nossa produtividade, velocidade e estrutura de custos.”

Zuckerberg disse que a empresa está usando IA para melhorar a maneira como recomenda conteúdo – uma estratégia para tornar a plataforma mais atraente para usuários e anunciantes. A Meta ainda sofre com a queda na demanda por anúncios digitais, que compõem a grande maioria de suas vendas, especialmente de clientes de finanças e tecnologia. Mas a empresa também apontou para alguns setores, incluindo saúde e viagens, onde as empresas estão gastando mais.

As vendas do quarto trimestre caíram 4%, para US$ 32,2 bilhões, o terceiro período consecutivo de quedas. Mesmo assim, o total superou as estimativas dos analistas, e a Meta projetou uma receita de US$ 26 bilhões a US$ 28,5 bilhões para o primeiro trimestre, em linha com uma projeção média de US$ 27,3 bilhões. Os analistas estão prevendo que a Meta retornará ao crescimento após o período atual.

A Snap Inc., controladora do aplicativo rival de mídia social Snapchat, apresentou uma perspectiva menos otimista na terça-feira, derrubando suas ações em 10%. A Snap disse que espera que as vendas caiam no período atual, com o CEO Evan Spiegel comentando que a queda nos anúncios parece estar chegando ao fundo do poço. “A demanda por publicidade não melhorou muito, mas também não piorou significativamente”, disse Spiegel em uma teleconferência.

A Meta, cujas ações subiram 27% até agora este ano, está se recuperando após o pior ano para suas ações na história. A empresa enfrentou um declínio na demanda de anunciantes devido à fraqueza da economia em geral, bem como a uma mudança nas regras de privacidade do iPhone da Apple Inc., o que tornou mais difícil para a Meta oferecer anúncios direcionados. A Meta cortou 11.000 empregos, ou 13% da força de trabalho, em novembro, em sua primeira grande demissão.

Esses cortes ocorreram durante um trimestre que, de outra forma, foi uma melhoria para a empresa. O Facebook, principal rede social da Meta, agora tem mais de 2 bilhões de usuários diários, mais de 70 milhões em relação ao ano anterior.

A empresa também aumentou sua autorização de recompra de ações em US$ 40 bilhões, somando-se aos US$ 10,9 bilhões restantes de programas de recompra anteriores. No quarto trimestre, a Meta registrou custos de reestruturação de US$ 4,2 bilhões relacionados aos cortes de empregos.

Zuckerberg gastou dezenas de bilhões de dólares em um esforço para construir o metaverso – um mundo digital onde as pessoas podem trabalhar e se divertir. Esses esforços ainda estão em seus estágios iniciais, o que significa que grande parte do investimento não está gerando retornos imediatos.

Ainda assim, a empresa com sede em Menlo Park, na Califórnia, disse que as despesas de 2023 serão de US$ 89 bilhões a US$ 95 bilhões – menos do que a Meta previu anteriormente. Isso poderia ajudar a amenizar as preocupações dos investidores de que a empresa está gastando demais em suas ambições de realidade virtual.

As despesas de capital no último trimestre subiram para US$ 32 bilhões. No quarto trimestre de 2021, por outro lado, os gastos de capital foram de US$ 5,54 bilhões.


Fonte: tech.hindustantimes.com

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Galaxy S23 x iPhone 14: em briga clássica, qual top se sai melhor? – 02/02/2023

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Não há disputa mais tradicional no mercado de smartphones do que iPhone contra Galaxy S. É um embate que se arrasta há muito tempo e que, ao menos duas vezes por ano – quando a Apple lança um novo iPhone e quando a Samsung apresenta a nova versão do Galaxy S -, provoca discussões entre os fãs mais apaixonados.

Ambas as linhas reúnem os smartphones mais desejados dentre os que ocupam o topo desse segmento. E, agora, a Samsung apresentou o seu novo competidor nessa eterna briga: o Galaxy S23, em três versões.

E não vamos perder tempo: aqui, colocaremos frente a frente a ficha técnica do Galaxy S23 com a do iPhone 14, já que ambos ocupam o mesmo posto de porta de entrada para suas respectivas linhas.

iPhone 14

  • Altura: 146,7 mm
  • Largura: 71,5 mm
  • Espessura: 7,8 mm
  • Peso: 172 g

Samsung Galaxy S23

  • Altura: 146,3 mm
  • Largura: 70,9 mm
  • Espessura: 7,6 mm
  • Peso: 168 g

Nada mais parecido com um iPhone 14 do que um Galaxy S23 – e vice-versa. Isso, claro, vale quando comparamos as dimensões e o peso dos dois aparelhos. Quando existentes, as diferenças não ultrapassam um milímetro ou dez gramas.

A construção também segue a mesma receita nos dois modelos: vidro na frente, vidro na traseira e estrutura metálica. Salvo raríssimas exceções, é o que temos visto no segmento.

O visual de ambos traz muitas semelhanças com o visto em suas gerações anteriores. No geral, são aparelhos que apostam na continuidade, não na ruptura, assim como não trazem nenhuma característica de aparência que os torne exóticos ou algo do tipo.

VEREDITO: empate.

iPhone 14

  • Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas (15,49 cm)
  • Resolução Full HD+ de 1170 x 2532 pixels
  • Taxa de atualização: 60 Hz

Samsung Galaxy S23

  • Amoled Dinâmico de 6,1 polegadas (15,49 cm)
  • Resolução Full HD+ de 1080 x 2340 pixels
  • Taxa de atualização: 120 Hz

Nem iPhone 14 nem Galaxy S23 se enquadram na categoria “smartphone telão”. Ainda assim, há espaço suficiente para assistir a vídeos sem dificuldades e com qualidade excelente.

O iPhone leva uma leve vantagem em resolução, mas, aqui, o Galaxy S23 se sobressai ao contar com uma taxa de atualização que é o dobro da vista no aparelho da Apple. Isso fará mais diferença na hora de assistir a vídeos e jogar, já que quanto maior essa taxa for, mais fluidez terão as imagens em movimento mostradas.

VEREDITO: vitória do Samsung Galaxy S23.

iPhone 14

Samsung Galaxy S23

Nenhum dos dois traz uma bateria com capacidade digna de nota, ficando abaixo da vista em celulares intermediários, inclusive.

Mesmo que a dobradinha entre software e hardware do iPhone seja capaz de gerenciar bem a energia disponível, a bateria mais ampla do Galaxy S23 não pode ser ignorada e, por si só, configura uma vantagem.

Além disso, o celular da Samsung traz carregador na caixa — e um modelo rápido, de 25W —, algo que o iPhone não tem.

VEREDITO: vitória do Samsung Galaxy S23.

iPhone 14

  • Traseira: grande angular de 12 MP e ultra-angular de 12 MP
  • Frontal: grande angular de 12 MP e sensor biométrico

Samsung Galaxy S23

  • Traseira: grande angular de 50 MP, ultra-angular de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP
  • Frontal: grande angular de 12 MP

TRASEIRA

Seja com o Galaxy S23 ou com o iPhone 14, as fotos que você tirar com o celular ficarão excelentes. São dois aparelhos que, tradicionalmente, se saem bem nesse quesito.

Dito isso, o aparelho da Samsung se destaca ao oferecer uma câmera traseira mais versátil, já que ela conta com teleobjetiva – o que ajuda em fotos a longa distância. O iPhone, por sua vez, segue na configuração de câmera dupla em sua versão mais simples, o que faz que ele seja mais limitado a cliques de média e curta distância.

VEREDITO: vitória do Samsung Galaxy S23.

FRONTAL

Dizer que os aparelhos empatam nesse quesito não estaria de todo errado, porém a vantagem aqui é do iPhone por um motivo: o obturador de sua lente tem uma abertura maior.

Com isso, ele tende a fazer fotos melhores com essa câmera em situações de baixa iluminação.

VEREDITO: vitória do iPhone 14.

iPhone 14

  • Processador: Apple A15 Bionic (hexa-core, 3,23 GHz)
  • Memória RAM: 6 GB
  • Armazenamento: 128, 256 ou 512 GB

Samsung Galaxy S23

  • Processador: Snapdragon 8 Gen 2 (octa-core, 3,2 GHz)
  • Memória RAM: 8 GB
  • Armazenamento: 128 ou 256 GB

A Qualcomm desenvolveu uma versão específica do Snapdragon 8 Gen 2 para o Galaxy S23 e, ao menos em frequência máxima, esse processador empata com o A15 Bionic do iPhone 14.

Por se tratarem de plataformas distintas – e com funcionamento e gerenciamento de recursos bem diferentes -, a única forma de se ter uma comparação mais realista seria por meio de um teste de benchmark. Como o S23 acabou de ser lançado, ainda não há qualquer resultado nesse sentido.

No entanto, historicamente os iPhone apresentam desempenho superior e é bem pouco provável que isso não se repita neste ano. Por ora, no entanto, vale decretar um empate aqui por um motivo: o usuário comum de ambos os aparelhos dificilmente não ficará satisfeito seja lá qual for a sua escolha.

VEREDITO: empate.

Nenhum deles apresenta qualquer recurso realmente inovador. Os dois têm suporte a redes 5G, trazem recursos de pagamento e, enquanto o iPhone tem um sistema que permite enviar um sinal de emergência via satélite, o Samsung pode ser conectado a telas externas para ser usado como uma espécie de notebook.

VEREDITO: empate

iPhone 14: a partir de R$ 7.599 (preço loja Apple)
Samsung Galaxy S23: a partir de R$ 5.999

Por mais que falemos aqui de aparelhos top de linha, o preço é algo que deve, sim, ser levado em conta.

A julgar pelos valores oficiais, o Galaxy S23 é um negócio mais atrativo por ser um celular que supera o iPhone 14 em diversos quesitos e, ainda assim, custa R$ 2.000 a menos.

No “mundo real”, porém, não é difícil encontrar o iPhone 14 sendo vendido por cerca de R$ 5.800 e vários varejistas de renome. Isso, por si só, anula a vantagem de preço do Galaxy S23.

É notório que muitos donos de Galaxy S ou de iPhone dificilmente “viram a casaca”, mas exceção feita ao desempenho bruto (que ainda é, de certa forma, uma incógnita) e à câmera de selfie, o aparelho da Samsung leva vantagem em quesitos relevantes, como a bateria, a câmera principal e a tela. É, portanto, um smartphone mais completo do que o iPhone 14.

RESULTADO FINAL: vitória do Samsung Galaxy S23.

Fonte: uol.com.br

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