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Presos suspeitos de assassinar policial militar no Maranhão

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Foram presos no município de Barra do Corda (MA) dois suspeitos de assassinar o policial militarPedro Dantas. o policial era piauiense e tinha ingressado na Polícia Militar maranhense em 2014.

Os presos foram identificados como João Paulo Marinho, vulgo Pernambuco e Antônio José de Jesus, mais conhecido como Zé dos irmãos metralhas. Eles são acusados de homicídio e tentativa de homicídio, pois o policial Brener que estava junto com Pedro Dantas foi alvejado com um tiro.

O crime aconteceu em outubro do ano passado, no município de Barra do Corda. O policial Pedro Dantas, 25 anos, estava de folga e estava em uma festa quando um homem invadiu o local e disparou contra o policial que veio a óbito no local.

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Após aprovação da Anvisa, terceira fase de testes de vacina chinesa contra coronavírus começa dia 20

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Em todo o Brasil, serão escolhidos 9 mil voluntários distribuídos por diversas regiões do país. Apenas profissionais de saúde poderão participar do estudo.

O governo de São Paulo anunciou nesta segunda-feira (6) que o recrutamento de voluntários para a terceira fase de testes da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela farmacêutica chinesa de biotecnologia Sinovac começa na próxima segunda-feira (13).

Na sexta (3), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a nova etapa do projeto realizado pelo laboratório chinês em parceria com o Instituto Butantan. Em todo o Brasil, serão escolhidos 9 mil voluntários distribuídos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal.

Segundo o governador João Doria (PSDB), após o recrutamento, a vacina deve começar a ser aplicada nos voluntários no dia 20 de julho.

Apenas profissionais de saúde que estejam na ativa poderão participar do estudo. Outros pré-requisitos são que os voluntários não tenham se contaminado pela Covid-19 anteriormente, mulheres não estejam grávidas ou planejem engravidar nos próximos três meses, e que os voluntários morem perto de um dos 12 centros de pesquisa que conduzirão o projeto.

“A inscrição será obrigatoriamente para profissionais de saúde, médicos, paramédicos, enfermeiros, os que estão atuando e os que já atuaram. Com a autorização da Anvisa, começaremos o processo de testagem a partir do dia 20 de julho”, disse Doria em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes.

“No mundo são 136 vacinas em desenvolvimento, 12 em estudos clínicos. Desses 12, apenas 3 estão na fase chamada fase 3. Então, a partir da aprovação da Anvisa, nós nos credenciamos como uma das 3 vacinas que têm grande chance de chegar ao público muito rapidamente”, afirmou o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.

De acordo com o governo estadual, o Instituto Butantan está adaptando uma fábrica para a produção da vacina. A capacidade de produção é de até 100 milhões de doses. O acordo com o laboratório chinês prevê que, se a vacina for efetiva, o Brasil ficará com 60 milhões de doses para distribuição.

A parceria havia sido anunciada no dia 11 de junho. Na ocasião, Doria disse que, se comprovada a eficácia e segurança da vacina, ela será disponibilizada no SUS a partir de junho de 2021.

Esses novos testes da fase 3 da CoronaVac, nome da vacina, serão feitos em larga escala e precisam fornecer uma avaliação definitiva da eficácia e segurança, isto é, a vacina precisa ser capaz de criar anticorpos para imunizar contra a Covid-19.

Instituto Butantan — Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Instituto Butantan — Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Em nota, a Anvisa informou que as fases 1 e 2, feitas em humanos saudáveis e em animais, demonstraram bons resultados com o esquema de duas doses da vacina.

Este é o segundo teste de vacina contra a covid-19 liberado pela Anvisa no país. No dia 2 de junho, a Agência autorizou o ensaio clínico da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

CoronaVac

A vacina da Sinovac já foi aprovada para testes clínicos na China. Ela usa uma versão do vírus inativado. Isso quer dizer que não há a presença do coronavírus Sars-Cov-2 vivo na solução, o que reduz os riscos deste tipo de imunização.

Vacinas inativadas são compostas pelo vírus morto ou por partes dele. Isso garante que ele não consiga se duplicar no sistema. É o mesmo princípio das vacinas contra a hepatite e a influenza (gripe).

Ela implanta uma espécie de memória celular responsável por ativar a imunidade de quem é vacinado. Quando entra em contato com o coronavírus ativo, o corpo já está preparado para induzir uma resposta imune.

Cientistas chineses chegaram à fase clínica de testes – ensaios em humanos – em outras três vacinas. Uma produzida por militares em colaboração com a CanSino Biologics, e mais duas desenvolvidas pela estatal China National Biotec.

*Com supervisão de Cíntia Acayaba

Fonte: Marina Pinhoni e Renata Bitar*, G1 SP — São Paulo

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L’Oréal vai retirar termos como ‘branqueador’ de seus produtos

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Grupo L'Oréal decidiu remover os termos branco/branqueador (white/whitening), claro/clareamento (fair/fairness, light/lightening) de todos os seus produtos destinados a homogeneizar a pele.

Grupo L’Oréal decidiu remover os termos branco/branqueador (white/whitening), claro/clareamento (fair/fairness, light/lightening) de todos os seus produtos destinados a homogeneizar a pele.

A gigante francesa do setor de cosméticos L’Oréal decidiu remover alguns termos, como “branqueador”, da descrição de seus produtos, em um contexto mundial de protestos antirracismo.

“O grupo L’Oréal decidiu remover os termos branco/branqueador (white/whitening), claro/clareamento (fair/fairness, light/lightening) de todos os seus produtos destinados a homogeneizar a pele”, afirmou a empresa em comunicado publicado em inglês, neste sábado (27), sem dar mais detalhes.

A decisão foi tomada depois que a filial indiana da Unilever anunciou na última quinta-feira (25) que mudaria o nome de seu creme para clarear a pele, “Fair&Lovely” (algo como “Clara&Bonita”), diante de uma campanha considerada racista.

A multinacional anglo-holandesa do setor de alimentação e cosméticos prometeu não usar mais o termo “claro” (“fair”), afirmando estar “comprometida com celebrar todos os tons de pele”.

A amplitude dos protestos contra o racismo no mundo todo, deflagrados após a morte de George Floyd, um afro-americano sufocado por um policial branco em Minneapolis, está aumentando a pressão sobre as empresas.

Nesse sentido, várias companhias nos Estados Unidos anunciaram seus planos de modificar sua identidade visual.

Fonte: g1.globo.com

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