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Economia

Petrobras tem prejuízo de R$ 1,5 bilhão no terceiro trimestre

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No mesmo período do ano passado, a estatal teve lucro de R$ 9 bilhões.

A Petrobras informou nesta quarta-feira (28) que registrou prejuízo de R$ 1,5 bilhão no terceiro trimestre deste ano — o terceiro resultado negativo seguido da estatal.

No mesmo período do ano passado, a estatal teve lucro de R$ 9 bilhões. No segundo trimestre, houve prejuízo de R$ 2,71 bilhões.

De acordo com a companhia, o prejuízo ocorreu porque os ganhos com volumes de vendas de petróleo e derivados foram “mais do que compensados” por despesas financeiras, principalmente prêmios pagos na recompra de títulos.

Excluindo itens não recorrentes, a empresa garantiu que poderia ter registrado lucro líquido de R$ 3,2 bilhões.

“Vale ressaltar que, embora inferiores ao segundo trimestre, as perdas cambiais ainda são elevadas em função do nível de exposição cambial de R$ 242 bilhões e da desvalorização do real frente ao dólar em 2,9% no período”, acrescentou a empresa.


Fonte: Petrobras e Economatica

O terceiro trimestre também foi marcado pela recuperação da demanda de derivados de petróleo no Brasil — com crescimento de 18% no volume de vendas em relação ao período imeditamente anterior — e pela manutenção das exportações, ponderou a Petrobras.

“Destacam-se a recuperação das vendas de diesel e gasolina. Esses produtos foram muito afetados pela Covid-19 no segundo trimestre e essa recuperação trimestral foi a mais forte em nosso portfólio, tanto em termos de volumes quanto de preços”, informou a companhia, em seu relatório para investidores.

As receitas de exportações também aumentaram, acompanhando os preços do Brent (classificação do petróleo cru).

Composição de receita

Em termos de composição da receita no mercado interno, o diesel e a gasolina responderam por 69% da receita nacional de vendas de derivados de petróleo da companhia, seguidos pelo GLP com 11%.

“Apesar do aumento de 39% nas receitas de venda trimestrais, o custo dos produtos vendidos cresceu apenas 13%, principalmente devido a custos unitários estáveis e ao maior volume de nosso petróleo bruto no mix de vendas”, explicou a companhia.

Fonte: g1.globo.com

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