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Perícia contratada pela Backer encontra dietilenoglicol em lote da Belorizontina

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Informação foi dada pela empresa durante coletiva. Uma pessoa morreu após intoxicação pela substância dietilenoglicol, encontrada pela polícia em 2 lotes da cerveja.

Uma perícia contratada pela Backer para analisar todo o processo de produção da cervejaria identificou a substância tóxica dietilenoglicol em uma amostra da cerveja Belorizontina. De acordo com a diretora de marketing da cervejaria, Paula Lebbos, a amostra é do lote 1348, o mesmo analisado pela Polícia Civil, onde também foi identificada a presença do dietilenoglicol.

A Backer nega usar o dietilenoglicol em seu processo de produção, diz que usa o monoetilenoglicol. A cervejaria, localizada no bairro Olhos D’água, na Região Oeste de Belo Horizonte, foi interditada pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa). Nesta terça-feira, a diretora da empresa também pediu para que as pessoas não consumam a Belorizontina até que o caso seja esclarecido.

“A Backer nunca comprou, desde lá da nossa primeira, do nosso primeiro tanque, até o momento, esse dietilenoglicol. Nunca nós compramos. Dentro da cerveja nós encontramos, da Belorizontina, do lote que foi analisado, que foi o mesmo lote que a polícia, que as autoridades analisaram. Então, por isso, aqui não sabendo aonde que está essa possível contaminação. Ou essa contaminação, não bebam Belorizontina e nem a Capixaba, por favor”, afirmou a diretora.

A cerveja da marca “Capixaba”, que é produzida no mesmo tanque da Belorizontina, era vendida, de acordo com a direção da Backer, principalmente em Vitória e na Região Metropolitana da cidade.

“A Backer quer facilitar, de todas as formas possíveis, que isso seja solucionado o mais breve possível. O que precisa ser feito a Backer vai fazer”, afirmou Paula Lebbos.

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES) afirmou nesta terça-feira (14) que os casos investigados por intoxicação após o consumo da cerveja Belorizontina, da Backer, atingem pessoas de Belo Horizonte e de outras cinco cidades do estado.

Conforme a secretaria, são 12 notificações na capital mineira e os demais casos notificados são de moradores de Nova Lima, na Região Metropolitana; São João Del Rei, no Campo das Vertentes; São Lourenço, no Sul de Minas; Ubá e Viçosa, na Zona da Mata.

Dos 17 casos notificados, em quatro pessoas foram confirmadas a intoxicação pela substância tóxica dietilenoglicol, uma delas morreu, que seria o morador de Ubá. A Polícia Civil investiga se a intoxicação que provoca a síndrome nefroneural está relacionada ao consumo da cerveja Belorizontina. A mesma substância tóxica foi encontrada em amostras de lotes da Belorizontina, que também usa o rótulo Capixaba, e em um tanque reservatório de liquido anticogelante, usado no processo de fabricação das cervejas da Backer. A Backer considera que são dois lotes contaminados; já a Polícia Civil considera a contaminação em três lotes.

Nesta segunda-feira (13), o ministério mandou a Backer recolher do mercado todas as cervejas e chopes produzidos pela empresa entre outubro de 2019 e janeiro deste ano; também proibiu a cervejaria de comercializar qualquer rótulo.

Morte investigada em Pompéu

A Prefeitura de Pompéu, no Centro-Oeste de Minas, afirmou nesta terça-feira (14) que investiga a morte de uma mulher de 60 anos por suspeita de síndrome nefroneural. A morte aconteceu na cidade em dezembro do ano passado após a mulher consumir a cerveja Belorizontina na capital mineira. Este caso não foi incluído como notificação no boletim divulgado nesta tarde pela secretaria de saúde.

Fonte: G1 Minas — Belo Horizonte

Mundo

Europa tem mais de 400 mil mortes por Covid-19, diz agência

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Foto de 19 de novembro de 2020, mostra médico italiano mexendo em testes de Covid-19 em escola de Palermo, no sul do país — Foto: Militello Mirto/LaPresse via AP

Balanço divulgado pela France Presse neste sábado (28) mostra que marca foi atingida no momento em que diversos países do continente flexibilizam restrições.

A Europa, segunda região do mundo mais afetada pela pandemia, superou neste sábado (28) 400 mil mortes provocadas por Covid-19. A marca foi atingida no momento em vários países flexibilizam as restrições para tentar voltar à normalidade até o Natal.

Segundo um balanço atualizado pela AFP na manhã deste sábado, com base em dados oficiais dos países, a Europa registra desde o início da pandemia 401.516 óbitos (e 17.634.090 contágios), atrás da América Latina (444.036 mortes e 12.825.611 casos).

Nos últimos sete dias, o continente registrou mais de 36 mil mortes, o balanço mais grave em uma semana desde o início da pandemia, no começo do ano.

No total, dois terços dos óbitos na região aconteceram no Reino Unido (57.551), Itália (53.677), França (51.914), Espanha (44.668) e Rússia (39.068).

Apesar dos números, preocupantes em seu conjunto, a situação melhorou na maioria dos países, que parecem ter superado o pico da segunda onda.

Neste sábado, os estabelecimentos comerciais reabriram as portas na França e Polônia, com protocolos rígidos de saúde, que incluem a limitação do número de clientes nas lojas, por exemplo.

Nas famosas Galeries Lafayette de Paris, um grande centro comercial da cidade, as portas abriram às 10h, e os vendedores receberam os primeiros clientes com aplausos.

“Prefiro evitar a internet, vou comprar as coisas nas lojas. Precisam de nós”, disse Anne Dubois, uma das primeiras clientes a entrar.

Irlandeses e belgas terão que esperar até terça-feira (1º), para retornar às lojas.

“Os esforços e os sacrifícios de todos funcionaram e salvamos vidas”, afirmou o primeiro-ministro irlandês, Micheal Martin.

Longos meses de inverno

Na Alemanha, as restrições talvez prossigam até a primavera do hemisfério norte (ou seja, outono no Brasil), advertiu neste sábado o ministro da Economia, Peter Altmaier.

“Temos três ou quatro longos meses de inverno pela frente. Tudo dependerá da chegada das vacinas, mas é possível que as restrições sejam prolongadas durante os primeiros meses de 2021”, disse ele ao jornal “Die Welt”.

A Alemanha, considerada durante a primeira onda um exemplo de gestão, foi atingida com força pela segunda e registra mais de 15,5 mil mortes por Covid-19.

No Reino Unido, Gales vai reforçar as restrições nos pubs e restaurantes antes do Natal. Na Inglaterra, incluindo Londres, os 56 milhões de habitantes continuarão vivendo sob importantes restrições quando o segundo confinamento terminar ao final da próxima semana.

Na capital britânica, houve protestos neste sábado contra as restrições e a polícia prendeu mais de 60 pessoas.

Centenas protestavam contra as medidas, gritando “liberdade” e exibindo cartazes que diziam “parem de nos controlar”. Algumas destas manifestações foram marcadas por incidentes.

Em uma tentativa de contornar as restrições impostas pelo governo, alguns comerciantes britânicos utilizam a Carta Magna, texto fundador da democracia moderna, como justificativa para permanecerem abertos, apesar da discordância da polícia.

Por exemplo, Sinead Quinn, cabeleireira de Bradford, norte do país, que invocou a Carta Magna para se opor ao fechamento de seu negócio durante o confinamento e já recebeu multas no valor de 17 mil libras (US$ 22 mil).

“Não estou violando nenhuma lei. Administro meu negócio com base no direito comum”, afirma em um vídeo publicado nas redes sociais.

Recorde de contágios no México

Em todo o mundo foram registrados oficialmente mais de 60 milhões de casos de Covid-19 desde o início da pandemia, com mais de 1,4 milhão de mortes.

Do outro lado do Atlântico, na América Latina, o México registrou nesta sexta-feira (27) 12.081 novos casos de Covid-19, um recorde, que eleva o total de contágios a 1.090.675.

Nas últimas 24 horas o país contabilizou 631 mortes e agora o balanço total é de 104.873 vítimas fatais.

Há “um novo aumento [dos contágios], aqui há um alerta detectado” nas últimas duas semanas, disse em entrevista coletiva Ricardo Cortés, diretor-geral de promoção da saúde.

O Peru prorrogou por 90 dias, até o início de março de 2021, o estado de emergência sanitário pela pandemia, mas o governo flexibilizou algumas restrições após a redução, lenta mas constante, de contágios e mortes.

Com 33 milhões de habitantes, o país registra 35.780 óbitos por Covid-19, a segunda maior taxa de mortalidade do mundo na proporção à população.

Em toda a América Latina, já foram registrados 444.036 mortos pela Covid-19 e mais de 12,8 milhões de contágios, segundo cifras oficiais.

Nos Estados Unidos, país com o maior número de mortes (264.866), a situação de saúde fez com que a Black Friday, dia das grandes ofertas no comércio, não registrasse multidões nas lojas.

Mas as vendas pela internet explodiram e atingiram US$ 6,2 milhões por minuto nesta sexta, para o total de 4,5 bilhões de dólares no dia.

Em Los Angeles, as autoridades decidiram proibir, a partir de segunda-feira (30), e por pelo menos três semanas as reuniões públicas e privadas, exceto as motivadas por fins religiosos ou de protesto, para frear o avanço da Covid-19. A cidade registra a média de 4,5 mil novos casos diários da doença.

Na Índia, o segundo país mais afetado pela pandemia depois dos Estados Unidos, e que superará os 10 milhões de casos no começo de dezembro, o maior fabricante de vacinas por volume, o Serum Institute of India, informou neste sábado que pedirá uma licença de emergência para uma vacina contra o novo coronavírus dentro de duas semanas.


A gigante sediada em Pune poderá produzir, a partir do começo de 2021, pelo menos 100 milhões de doses da vacina desenvolvida pela Astrazeneca e a Universidade de Oxford.

Fonte: France Presse no g1.globo.com

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