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Oscar foi um dos protagonistas do empate em 1 a 1

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 Oscar meia brasileiro,que ganhou apoio do técnico, se defende após iniciar confusão por bolada em dois adversários

Oscar foi um dos protagonistas do empate em 1 a 1 entre Shanghai SIPG e Guangzhou R&F, mas não necessariamente pelo futebol apresentado em campo. No fim do primeiro tempo, Hulk tirou um adversário no corpo e driblou outro, e a bola sobrou para Oscar, que foi tentar ganhar o lateral e acertou duas boladas em jogadores do Guangzhou R&F.

Começava a confusão. O camisa 8 foi derrubado logo em seguida por Chen Zhizhao (aquele mesmo que jogou pelo Corinthians), enquanto atletas dos dois times trocavam empurrões. Huan Fu (Shanghai) e Tixiang Li (Guangzhou) foram expulsos, e o brasileiro escapou sem receber cartão. Após o jogo, Oscar viu o lance como jogada normal.

– Isso não existe. Eu sou um jogador dedicado e tenho grande respeito pelo espírito do esporte. Quem joga futebol sabe que é uma ação normal – disse, em entrevista ao site Sina.com.

O técnico da equipe, o português André Villas-Boas, defendeu a atitude de Oscar, que chamou de “passional”.

– O Oscar não é sujo. Ele tentava mostrar espírito de luta, e a partida foi muito intensa. Ele queria ajudar o time, mas também entendo que este tipo de conflito deveria ser evitado – disse o treinador do Shanghai SIPG.

Oscar leva a pior em confusão pelo Shanghai SIPG (Foto: Reprodução / Youtube)

O Guangzhou R&F pediu desculpas pelos cinco cartões amarelos e o vermelho recebidos durante a partida. O ‘mea culpa’, porém, pode não ser suficiente para a Federação Chinesa (CFA), muito preocupada com a imagem do futebol nacional. Em março, um jogador chinês do Shanghai Shenhua, da primeira divisão, foi suspenso por seis meses por ter pisado de forma violenta no pé do belga Axel Witsel, atleta do Tianjin Quanjian.

Fonte: Globo esporte

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Olimpíadas de Tóquio são adiadas para 2021, depois de pedido de primeiro-ministro do Japão

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Abe Shinzo pediu ao Comitê Olímpico para adiar os jogos que deveriam acontecer em Tóquio neste ano.

Shinzo Abe falando ao Parlamento em 2019 — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko
Shinzo Abe falando ao Parlamento em 2019 — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko

O primeiro-ministro japonês, Abe Shinzo, confirmou nesta terça-feira (24) que pediu ao Comitê Olímpico Internacional o adiamento de um ano dos Jogos Olímpicos, que estavam programados para o dia 24 de julho.

Abe fez o anúncio a jornalistas depois de uma conversa telefônica com o presidente do COI, Thomas Bach. Segundo ele, o COI aceitou o pedido.

O COI, então, confirmou em um comunicado o adiamento assinado em conjunto com o governo japonês:

“Na circunstância presente, e baseados na informação providenciada pela Organização Mundial da Saúde, o presidente do COI e o primeiro-ministro do Japão concluíram que os Jogos da 32ª Olimpíada em Tóquio devem ser reagendados para uma data para além de 2020, mas não depois do verão de 2021, para garantir a saúde de atletas, todos envolvidos nos Jogos e a comunidade internacional.”

As Olimpíadas, portanto, deverão ser realizadas em 2021. Mesmo assim, o nome oficial do evento será Tóquio 2020, de acordo com o governador de Tóquio, Yuriko Koike.

Os Jogos Olímpicos foram adiados por causa da pandemia do Covid-19, que impactou a organização do evento e também a preparação dos atletas.

A conversa telefônica incluiu, além de Abe e de Bach, o governador de Tóquio, Yuriko Koike, e o líder da organização dos Jogos, Yoshiro Mori.

Abe pediu para que Bach tomasse uma decisão o mais rápido possível, segundo a NHK.

Essa é a primeira vez, na era moderna, que os Jogos Olímpicos são adiados. Eles foram cancelados em três ocasiões: 1916, 1940 e 1944.

Pressão de atletas

O Comitê Olímpico do Canadá havia publicado uma carta na segunda-feira (23) na qual informou que ia boicotar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos se eles fossem realizados em 2020. A Austrália também informou que não enviaria seus atletas.

Noruega e Grã-Bretanha pressionaram o COI e ameaçaram não participar dos Jogos.

Eliminatórias congeladas

A maioria (78%) dos atletas era favorável a um adiamento, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo “The New York Times”.

As medidas de contenção do coronavírus, que em muitos países incluem a proibição de viagens, interromperam os jogos eliminatórios para as Olimpíadas. Muitos dos atletas não podem sair de casa por causa das medidas de isolamentos impostas.

Ainda assim, até o domingo (22), o COI tinha dito que só tomaria uma decisão em quatro semanas.

Fonte: G1.globo.com

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Mufarrej confirma Honda com portões fechados e promete “estreia efetiva quando tudo se regularizar”

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Principal contratação do Botafogo, japonês estreará neste domingo, contra o Bangu. Partida não poderá ter presença de torcedores por determinação da Ferj em razão de coronavírus

A determinação de jogos com portões fechados no Campeonato Carioca a partir deste fim de semana em razão do novo coronavírus frustrou os planos do Botafogo para a estreia de KeisukeHonda, que ocorrerá neste domingo, contra o Bangu, pela terceira rodada da Taça Rio.

Após reunião na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) nesta sexta, o presidente alvinegro, Nelson Mufarrej, confirmou que o meia japonês fará sua primeira partida pelo clube neste fim de semana, mas prometeu uma “estreia efetiva” junto à torcida “quando tudo se regularizar”.

– Lamentamos, mas temos que entender que o coronavírus é um problema mundial, mas vida que segue. Vamos estrear com ele (Honda), mas vamos, se Deus quiser, quando tudo se regularizar, vamos fazer a estreia efetiva em nosso estádio na presença dos torcedores botafoguenses.

O Botafogo vinha utilizando a estreia do japonês para convocar a torcida para comparecer em peso ao estádio Nilton Santos no domingo. Com a medida de portões fechados, o clube já divulgou orientações para que os torcedores que compraram ingressos peguem o dinheiro de volta.

Honda tinha sua estreia programada para a última terça-feira, contra o Paraná, pela Copa do Brasil. No entanto, o japonês ficou gripado e não pôde participar da partida. Ele chegou, inclusive, a pedir desculpas. Agora que estará à disposição do técnico Paulo Autuori, é a torcida que não poderá estar presente. O encontro efetivo ainda não tem data para ocorrer, pois a medida da Ferj de jogos com portões fechados é de prazo indefinido.

Honda, Jairzinho, Nelson Mufarrej e Marco Agostini — Foto: Vitor Silva/Botafogo
Honda, Jairzinho, Nelson Mufarrej e Marco Agostini — Foto: Vitor Silva/Botafogo


Fonte: Thayuan Leiras — Rio de Janeiro / globoesporte.globo.com

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