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Cinema

O que aconteceu com Laura Miller e o assassino

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Observatório do Cinema

Cena do Crime – O Campo da Morte do Texas é a nova série sobre crimes reais da Netflix. Trata-se da terceira parte da antologia, que começou com O Assassino da Times Square e Mistério e Morte no Hotel Cecil. Vamos ver agora o que aconteceu com Laura Miller e o assassino.

A série documental explora os assassinatos não resolvidos de quatro jovens mulheres, cujos restos mortais foram descobertos ao longo da estrada interestadual que liga Houston e a cidade litorânea de Galveston.

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Entre 1971 e 2006, mais de 30 corpos femininos foram encontrados na área. Todas as vítimas tinham entre 12 e 25 anos.

O primeiro episódio de O Campo de Morte do Texas apresenta Tim Miller e sua luta para resolver o assassinato de sua filha Laura, junto com a morte de outras três mulheres.

O que aconteceu com Laura Miller?

Em 10 de setembro de 1984, Laura Miller, de 16 anos, desapareceu a uma curta distância de sua casa no Texas.

Mais cedo naquela noite, ela pediu à mãe que a levasse a um telefone público para que ela pudesse ligar para o namorado. Depois do telefonema, Laura Miller pretendia voltar para casa a pé. Ela nunca voltou.

Infelizmente, mais de um ano depois, seu corpo foi encontrado no mesmo trecho perto de Calder Road assim como Heidi Fye, de 23 anos, que havia desaparecido em 1983. Os restos mortais de Fye foram localizados em abril de 1984 e os de Laura Miller em 1986.

Durante as buscas foi encontrado o corpo de outra mulher, mas infelizmente ela não foi identificada na hora e ficou conhecida como Jane Doe (nome dado, nos EUA, para mulheres falecidas não identificadas – homens são chamados de John Doe).

Em 2019, Jane Doe foi identificada como Audrey Lee Cook, uma mecânica de 30 anos, que foi vista com vida pela última vez em dezembro de 1985.

Em 1991, uma quarta mulher foi encontrada na mesma área, mas não foi identificada. Ela ficou conhecida como Janet Doe até que pudesse ser totalmente identificada em 2019 como Donna Gonsoulin Prudhomme.

O assassino de Laura Miller já foi encontrado?

Não, infelizmente o assassino de Laura Miller nunca foi levado à justiça.

Conforme mostrado em Cena do Crime – O Campo de Morte do Texas, Tim Miller e outras famílias das vítimas não acreditavam que as autoridades estivessem fazendo o suficiente para rastrear o assassino, ou assassinos, responsáveis. Frequentemente, eles eram informados de que suas filhas adolescentes haviam fugido de casa.

Buscando resolver o problema por conta própria, Tim Miller montou sua própria investigação. Em 2000, ele estabeleceu o Texas EquuSearch (TES), uma organização voluntária que ajuda famílias a tentar localizar familiares desaparecidos.

De acordo com o site oficial do TES (via Newsweek), a organização trabalhou em mais de 2.000 casos e descobriu mais de 300 corpos e 400 pessoas vivas.

Há um suspeito

O pai de Laura Miller também acredita saber quem tirou a vida de sua filha há quase 30 anos. Ele suspeita que seu vizinho, Clyde Hedrick, foi o responsável.

Hedrick, que foi considerado culpado de homicídio involuntário pela morte de Ellen Rae Simpson Beason, de 29 anos, negou qualquer envolvimento no desaparecimento e morte de Laura Miller.

O corpo de Beason foi encontrado em julho de 1984, dois meses antes do desaparecimento de Laura Miller, em uma estrada de terra no condado de Galveston.

Na época, Hedrick foi condenado por abusar de um cadáver e sentenciado a um ano de prisão, pois não havia evidências suficientes para provar que Hedrick matou alguém. No entanto, em 2014, a morte de Beason foi considerada homicídio e Hedrick foi condenado por homicídio involuntário. Ele cumpriu oito anos de sua sentença de 20 anos antes de ser libertado por bom comportamento.

De acordo com a ABC13, Hedrick tem uma longa história de crimes violentos e supostamente disse no passado que matou quatro ou cinco mulheres.

Em julho de 2022, Tim Miller ganhou um processo de homicídio culposo contra Hedrick, que ele abriu em 2014. Tim Miller recebeu US$ 24 milhões em responsabilidade e danos.

Conforme relatado pela Oxygen, o juiz concedeu a moção à revelia quando Hedrick não compareceu, apesar da notificação da audiência. No entanto, apesar de ser considerado civilmente responsável pela morte de Laura Miller, Hedrick nunca foi acusado de seu assassinato.

Cena do Crime – O Campo da Morte do Texas já está disponível na Netflix.

Fonte: uol.com.br

Cinema

Mulher-Maravilha aparece em trailer de Shazam! Fúria dos Deuses

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Gal Gadot vive a heroína no cinema

O novo trailer de Shazam! Fúria dos Deuses confirmou a presença da Mulher-Maravilha de Gal Gadot no filme da DC.

Com o marketing sendo iniciado pela Warner Bros em outros países, o trailer japonês mostra algumas cenas inéditas do longa.

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Na marca de 48 segundos, é possível ver a Mulher-Maravilha segurando o cajado de uma das vilãs, enquanto um raio sai dele (via Comic Book Movie).

Vale ressaltar que as vilãs do novo filme são filhas de Atlas, um dos titãs condenados por Zeus na mitologia grega.

Veja o trailer, abaixo.

Mais sobre Shazam! 2

Em Shazam! Fúria dos Deuses, Zachary Levi reprisa o seu papel como Shazam, personagem que também era conhecido como Capitão Marvel em histórias em quadrinhos mais antigas.

Zachary Levi vai retornar ao papel principal, bem como os atores Asher Angel, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Djimon Hounson, entre outros.

Por sua vez, as atrizes novas que foram escaladas, Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, viverão as antagonistas do filme.

A direção novamente é de David F. Sandberg, enquanto o roteiro é de Chris Morgan, conhecido pela franquia Velozes e Furiosos.

Shazam! Fúria dos Deuses (Shazam! 2) estreia no Brasil em 16 de março.

Shazam! está disponível na HBO Max.


Fonte: uol.com.br

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Cinema

‘Batem à Porta’: Shyamalan tenta recuperar o ouro de ‘O Sexto Sentido’ – 02/02/2023

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M. Night Shyamalan é um dos poucos diretores que operam de forma independente, mesmo lançando filmes por grandes estúdios. O motivo é um só: cada trabalho novo é acompanhado pela expectativa de recapturar o gênio na garrafa que foi “O Sexto Sentido”, um fenômeno de bilheteria que em 1999 cravou sua marca na cultura pop.

“Batem à Porta” segue a mesma linha que se tornou assinatura do cineasta. É um suspense carregado menos pela trama e mais pelos personagens, que antevê uma reviravolta em seu clímax. É também o segundo filme de Shyamalan, depois de “Tempo”, que não segue um roteiro original, e sim a adaptação de outra obra.

O casal Eric (Jonathan Groff) e Andrew (Ben Aldridge) leva sua filha adotiva de 7 anos, Wen (Kristen Cui), para uma temporada de férias em uma cabana na floresta. O idílio é rompido pela chegada de quatro estranhos, liderados por Leonard (Dave Bautista), que dizem estar cumprindo uma missão: a família precisa escolher um de seus membros como sacrifício ou o mundo vai acabar.

É inegável a habilidade de Shyamalan em extrair o máximo de suspense de uma permissão tão tênue. O elenco superlativo ajuda a “vender” o conceito, e não raro o filme levanta a dúvida se os visitantes são um quarteto de lunáticos ou se os desastres então mostrados na TV são de fato o prenúncio do apocalipse.

Essa montanha-russa narrativa seria mais eficiente se tivesse sido mais acentuada. Tramas paralelas, como Andrew reconhecendo um dos intrusos (interpretado por Rupert Grint) como um homofóbico que o atacou uma década antes, não adicionam nenhum tempero à história.

O diretor M. Night Shyamalan confere a câmera no set de ‘Batem à Porta’

Imagem: Universal

Há de se admirar, entretanto, a insistência do diretor em navegar o atual cenário do cinema pop, dominado por marcas, espetáculos e propriedades intelectuais, com um filme de menor escala. Enquanto seu trabalho, ao menos desde seu respiro recente com “A Visita” (2015), seguir com produções modestas que rendem dez vezes seu orçamento, quem banca a conta não tem motivos para não esperar um novo “O Sexto Sentido”.

“Batem à Porta” ainda não é este filme. Embora seja bom entretenimento, falta a ele o tipo de impacto que o eleve acima de um thriller eficiente. A tensão está lá, aliada à mão firme de Shyamalan. Mas lhe falta um clímax mais corajoso. É um trabalho sujo mais alguém tem de fazê-lo: o final do livro é melhor.


Fonte: uol.com.br

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Cinema

Sinopse da 3ª temporada indica romance entre Penelope e Colin

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Colin e Penelope de Bridgerton

Foi divulgada (via Screen Rant) uma detalhada – e longa – sinopse da 3ª temporada de Bridgerton, que indica um romance entre Penelope (Nicola Coughlan) e Colin (Luke Newton).

Confira abaixo:

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“Bridgerton está de volta para sua terceira temporada e mostra Penelope Featherington finalmente desistindo de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton, depois de ouvir suas palavras depreciativas sobre sua última temporada. Ela, no entanto, decidiu que é hora de arranjar um marido, de preferência um que lhe proporcione independência suficiente para continuar sua vida dupla como Lady Whistledown, longe de sua mãe e irmãs. Mas, sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente.

Enquanto isso, Colin volta de suas viagens de verão com um novo visual e um grande senso de arrogância. Mas ele fica desanimado ao perceber que Penelope, a única pessoa que sempre o apreciou como ele era, o está tratando com indiferença. Ansioso para reconquistar sua amizade, Colin se oferece para ser o mentor de Penelope para ajudá-la a ter mais confiança e encontrar um marido nesta temporada. Mas quando suas aulas começam a funcionar um pouco bem demais, Colin deve questionar se seus sentimentos por Penelope são realmente apenas amigáveis, enquanto a crescente presença de Penelope na sociedade torna ainda mais difícil manter seu alter ego Lady Whistledown em segredo.”

Quando retornar para sua 3ª temporada, Bridgerton não terá a presença de Phoebe Dynevor, que interpreta Daphne. A atriz recentemente confirmou sua saída da série.

MasvVale lembrar que a Netflix já renovou Bridgerton para a quarta temporada, e a atriz já havia confirmado que gostaria de participar da série novamente em um futuro próximo.

Mais sobre Bridgerton na Netflix

A produção acompanha a história da Família Bridgerton, um clã de aristocratas vivendo em Londres durante o período da Regência, no início do século XIX. Mesmo durando poucas décadas, a Regência é conhecida como uma época de grandes avanços e tendências diferenciadas nas belas-artes, arquitetura, moda e etiqueta.

A primeira temporada de Bridgerton foca principalmente na primogênita dos Bridgerton: Daphne. A jovem procura pelo amor verdadeiro e um casamento à altura após ser apresentada à sociedade em 1813 pela Rainha Charlotte.

Enquanto lida com as expectativas da elite, Daphne é obrigada a lidar com os escandalosos boatos divulgados pela Lady Whistledown, a misteriosa autora de um “boletim de fofocas” publicado semanalmente. Na segunda temporada, o foco passa para Anthony.

A terceira temporada de Bridgerton não tem data para estrear na Netflix.

Fonte: uol.com.br

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