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Mãe dá à luz dois pares de gêmeos no mesmo ano nos EUA

Segundo médicos do estado da Flórida, as chances de ganhar na loteria são maiores do que as de ter gêmeos duas vezes em menos de 1 ano.

Vinicius Silva

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Segundo médicos do estado da Flórida, as chances de ganhar na loteria são maiores do que as de ter gêmeos duas vezes em menos de 1 ano.

As chances de uma mulher dar à luz dois pares de gêmeos no mesmo ano são menores do que as de ela ganhar na loteria. Mas médicos de West Palm Beach, no estado da Flórida, nos Estados Unidos, encontraram esse caso raro.

Alexzandria Wolliston praticamente “ganhou na loteria” ao ter os gêmeos Mark e Malakhi em março de 2019 e, logo em seguida, outros dois gêmeos, Kaylen e Kaleb, em dezembro do mesmo ano. Os quatro meninos nasceram bem.

  • Gêmeos que nasceram em anos diferentes têm primeira festa de aniversário
  • Mulher faz tratamento para produzir leite e ajudar a amamentar gêmeos gerados pela esposa

Ela já tinha uma outra filha, de três anos. “Ela era pior do que eles, como quatro bebês em um”, brincou, falando da grande energia de sua mais velha.

“Ah, sim, sinto como se tivesse ganhado na loteria”, afirmou Wolliston à rede de televisão americana WPTV. Na primeira gravidez de gêmeos ela pensou: “Nunca imaginei que pudesse ter dois!” E acabou tendo quatro. Ela soube da segunda gravidez em maio de 2019.

Só depois dessas duas gravidezes, Wolliston soube que tinha gêmeos na família: ambas as suas avós perderam gêmeos no parto. “Eu sinto que minhas avós me deram suas crianças, porque seus gêmeos morreram e eu tive dois pares de gêmeos”, comparou. “Sinto que elas mandaram eles lá de cima para mim.”

Fonte: https://g1.globo.com/

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Homem morre em acidente de moto no trecho Manhuaçu – Realeza

MANHUAÇU (MG) – Antônio Amorim de Jesus, 58 anos, morreu num acidente com moto próximo ao km 46 da BR 262, entre Realeza e Manhuaçu. O acidente foi no início da tarde deste sábado, 18/01.

Vinicius Silva

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MANHUAÇU (MG) – Antônio Amorim de Jesus, 58 anos, morreu num acidente com moto próximo ao km 46 da BR 262, entre Realeza e Manhuaçu. O acidente foi no início da tarde deste sábado, 18/01.

Antônio conduzia uma motocicleta CG Titan, de Manhuaçu para realeza, quando numa curva ele esbarrou na lateral de um veículo que seguia no mesmo sentido.

“Ele leva um passageiro na moto e estavam carregando uma televisão entre eles. Com o esbarrão ele perdeu o equilíbrio e caiu na pista contrária. Um caminhão que seguia de Realeza para Manhuaçu acabou atropelando ao motociclista”, disse o Policial Rodoviário Federal, Edson Rhodes.

Ainda de acordo com Agente da PRF, informações de testemunhas davam conta de que o condutor da motocicleta seguia pela rodovia de forma imprudente e em alta velocidade. “Vários foram os relatos de que ele vinha ultrapassando em local proibido e fazendo zig zag entre os carros e infelizmente numa dessas manobras ele acabou perdendo o equilíbrio, que resultou na sua morte, um fato triste”, lamenta.

O Corpo de Bombeiros de Manhuaçu foi acionado, mas chegando ao local, nada pode ser feito. “Uma médica que passava pelo local prestou o primeiro atendimento à vítima e atestou o óbito. O passageiro da motocicleta teve apenas uma pequena escoriação na perna e dispensou atendimento. Ele também contou que Antônio perdeu o equilíbrio ao esbarrar na lateral do veiculo que seguia logo a frente, ao tentar ultrapassa-lo”, finaliza Rhodes

Após os trabalhos da Perícia Técnica da Polícia Civil, o corpo foi liberado para funerária e os veículos retirados do local.

Jailton Pereira – [email protected]

Fonte: https://www.portalcaparao.com.br/noticias

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Ministério da Agricultura diz que identificou mais 11 lotes de cervejas da Backer contaminados com dietilenoglicol

O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) afirmou neste sábado (18) que detectou mais 11 lotes de cervejas da Backer contaminados com a substância tóxica dietilenoglicol. Segundo o ministério, agora são 32 lotes identificados com a substância.

Vinicius Silva

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No total agora são 32 lotes identificados com contaminação.

O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) afirmou neste sábado (18) que detectou mais 11 lotes de cervejas da Backer contaminados com a substância tóxica dietilenoglicol. Segundo o ministério, agora são 32 lotes identificados com a substância.

A maioria dos lotes são das cerveja Belorizontina, mas as análises mostram contaminação em outros nove rótulos. As duas novas marcas que foram identificadas contaminações são a Corleone e a Backer Trigo. As análises são realizadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária.

  • Backer D2
  • Backer Pilsen
  • Backer Trigo
  • Brown
  • Capitão Senra
  • Capixaba
  • Corleone
  • Fargo 46
  • Pele Vermelha

A empresa disse que já está fazendo o recall determinado pelas autoridades.

Ministério da Agricultura identifica contaminação em 32 lotes de 10 rótulos da Backer — Foto: Reprodução/Ministério da Agricultura

Ministério da Agricultura identifica contaminação em 32 lotes de 10 rótulos da Backer — Foto: Reprodução/Ministério da Agricultura

O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) afirmou neste sábado que analisa se o uísque e o gim – produzidos pela Backer – estão contaminados com as substância tóxicas dietilenoglicol e monoetilenoglicol. Caso seja encontrada alguma irregularidade, eles podem ser recolhidos, segundo o Mapa.

A Backer diz que a água usada na produção do gim Lebbos e do uísque Três Lobos não é a mesma do processo cervejeiro. Segundo a empresa, o acréscimo da água no gim é realizado fora da fábrica, por um fornecedor.

Quanto ao uísque, disponível hoje no mercado, a Backer disse que ele foi engarrafado em julho de 2018, com entrada no barril cinco anos antes.

Lotes contaminados

Backer D2 L1 2007

Backer Pilsen L1 1549 / L1 1565

Backer Trigo – L1 1598

Belorizontina L2 1197 / L2 1348 / L2 1354 / L2 1455 / L2 1464 / L2 1474/ L2 1487 / L2 1546 / L2 1557 / L2 1593 / L2 1604 / L882/ L2 1467/ L2 1521/ L2 1534/ L2 1574 / L2 1552 / L2 1593 / L2 1546

Brown 1316

Capitão Senra L2 1571 / L2 1609

Capixaba L2 1348

Corleone 1121

Fargo 46 L1 4000

Pele Vermelha L1 1345 / L1 1448 / 1284

Capitão Senra está entre os oito rótulos contaminados com dietilenoglicol. No total, segundo Ministério, são 21 lotes de cervejas da Backer contaminados — Foto: Danilo Girundi/TV Globo

Capitão Senra está entre os oito rótulos contaminados com dietilenoglicol. No total, segundo Ministério, são 21 lotes de cervejas da Backer contaminados — Foto: Danilo Girundi/TV Globo

Resumo:

  • Uma força-tarefa da polícia investiga 18 notificações de pessoas contaminadas após consumir cerveja; quatro morreram;
  • Os sintomas da intoxicação incluem náusea, vômito e dor abdominal, que evoluem para insuficiência renal e alterações neurológicas;
  • O Ministério da Agricultura identificou 21 lotes de cerveja da Backer contaminados com dietileglicol, um anticongelante tóxico;
  • A Backer nega usar o dietilenoglicol na fabricação da cerveja;
  • A cervejaria foi interditada, precisou fazer recall e interromper as vendas de todos os lotes produzidos desde outubro;
  • Diretora da cervejaria disse que não sabe o que está acontecendo e pediu que clientes não consumam a cerveja

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de qualquer tipo de cerveja da empresa. Agora não são apenas os lotes contaminados que devem sair das prateleiras. A venda de qualquer cerveja Backer com validade igual ou superior a agosto deste ano está proibida pela Anvisa em todo o país durante noventa dias.

A interdição será mantida até que a Backer comprove a ausência de dietilenoglicol e monoetilenoglicol nas suas cervejas. A ação de fiscalização da venda e recolhimento dos produtos no comércio é de responsabilidade da vigilância sanitária de cada cidade.

Até agora são dezenove casos notificados de intoxicação por dietilenoglicol em Minas. Quatro pessoas morreram. A Polícia Civil investiga se a contaminação ocorreu após o consumo da cerveja Belorizontina, da Backer. De acordo com o governo de Minas, 15 pessoas estão internadas em estado grave. Das 4 mortes, uma já foi confirmada como intoxicação por dietilenoglicol. As outras 3 ainda são investigadas.

Desde o início das investigações a Backer afirma que usa o monoetilenoglicol como anticongelante, mas nega o uso do dietilenoglicol, substancia mais tóxica. A polícia informou por meio de nota que o inquérito aberto para investigar a contaminação e a possibilidade de crime segue sob sigilo, mas que tem mais uma peça que será analisada.

É um vídeo enviado pela Backer que supostamente mostraria a adulteração do monoetilenoglicol comprado pela cervejaria.

“Seria prematuro dar alguma informação com relação ao vídeo nesse momento. As autoridades competentes estão buscando as informações necessárias para apuração da verdade a empresa é a maior interessada em esclarecer o que aconteceu” afirmou o advogado da Backer, Estêvão Nejm.

O material recolhido na distribuidora Imperquímica, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, que vendeu o monoetilenoglicol também está sendo analisado, segundo a polícia. A distribuidora foi interditada pela vigilância por não ter alvará sanitário e nem autorização para fracionar monoetilenoglicol.

“A gente não sabia, tinha imaginado que fracionamento necessitava de alvará, por isso que a vigilância sanitária diz que precisa regularizar na segunda feira para fracionar os produtos”, afirmou o advogado da Imperquímica Mario Saveri.

Fonte: https://g1.globo.com/

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