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Educação

Lisa Marie Presley teve uma última entrevista bastante alarmante

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Em sua última aparência pública, apenas dois dias antes de seu falecimento, Lisa Marie Presley, filha de Elvis Presley, não aparentava estar em boas condições, durante a premiação Golden Globes, em que estava acompanhada de sua mãe, Priscilla Presley. Na entrevista concedida por Lisa, ela falava um pouco enrolado e não conseguia se manter em pé firmemente.

A filha do Elvis faleceu aos 54 anos de idade, vítima de uma parada cardíaca, em Los Angeles, nesta terça-feira, 10, conforme confirmado por Priscilla no Twitter. A postagem feita pela mãe de Lisa dizia o seguinte: “É com o coração pesado que eu devo compartilhar a notícia devastadora de que minha linda filha Lisa Marie nos deixou”.

Última aparição de Lisa Marie Presley

Em sua última aparição pública, Lisa estava acompanhada de sua mãe, sendo que, em uma entrevista cedida para a Extra Entertainment, no tapete vermelho do Golden Globes, ela falou sobre a performance de Austin Butler no filme “Elvis”, que levou para casa o prêmio de melhor ator em filme dramático – a produção também concorreu a outros dois prêmios, o de melhor filme dramático e o de melhor diretor.

Entretanto, o que chamou a atenção na entrevista foi a postura de Lisa, que aparentemente não conseguia se manter em pé, sendo que, em determinado momento, ela fala para sua companhia, o manager Jerry Schilling, “eu vou segurar seu braço”. Ela comentou brevemente sobre a performance autêntica de Butler no filme, mas as palavras saíram um pouco enroladas de sua boca, além de aparentar bastante palidez.

Lisa Marie Presley tinha realizado um evento no dia 8 de janeiro, em comemoração ao aniversário de Elvis, ocasião em que elogiou as performances tanto do diretor, Baz Luhrmann, quanto de Austin Butler, que interpretou seu pai.

Morte precoce da filha de Elvis Presley

Infelizmente, no último dia 12, foi encontrada desacordada, em sua casa, na cidade de Calabasas, Califórnia, tendo sido levada às pressas para o hospital. A filha de Elvis não resistiu ao ocorrido e faleceu.

Fonte: R7

Educação

Traços de personalidades que caracterizam uma infância dolorosa

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Quando uma criança está em fase de criação, vários fatores podem contribuir para a formação de sua personalidade. Vários estudos comprovaram que experiências dolorosas na infância podem gerar um adulto traumatizado. Por isso, os responsáveis pela criança devem ter consciência de que forma estão contribuindo para a sua personalidade. Confira 5 características de problemas na infância.

Como a forma de criação na infância pode impactar na personalidade da vida adulta

O primeiro ponto a ser entendido é que a personalidade desenvolvida, quando adulto, não é totalmente culpa do indivíduo. Ter autocompaixão é fundamental no processo, pois é comum ter a sensação de risco duplo, ou seja, ser ferido na infância e carregar as cicatrizes na vida adulta.

Portanto, confira abaixo 5 características relacionadas a uma infância traumatizada:

  1. Neuroticismo

Quando um adulto precisa lidar com situações difíceis e não sabe como administrá-las, muitas vezes isso é compreensível. Pois, quando criança, ele pode ter tido uma infância ditada por emoções negativas (que estão propensas à depressão, preocupação, raiva, pânico ou ansiedade).

  1. Raiva e agressão

Adversidades na infância poderão influenciar o adulto a ser uma pessoa zangada, hostil ou fisicamente agressiva. Além disso, essas pessoas podem acabar agindo de maneira compulsiva. Isso tudo pode ter sido desenvolvido por medidas de proteção contra perdas e maus-tratos na infância.

  1. Baixa amabilidade

Os que foram muito maltratados na infância, normalmente têm dificuldades para lidar com discussões na vida adulta. Relacionados a várias emoções negativas, eles acabam optando em fazer tudo sozinhos e, por isso, distanciam-se das pessoas.

  1. Orientação externa para o sucesso

Às vezes o sentimento de vulnerabilidade é tão presente, que podem levar a pessoa a ser orgulhosa e arrogante. É comum vermos pessoas desse tipo almejarem pela fama e sucesso financeiro, pois estando nesses patamares elas aliviarão a dor e as privações do passado.

  1. Baixo engajamento

São pessoas que poderão ter dificuldades em encontrar atividades construtivas que realmente gostam de fazer. Elas não têm um senso claro de propósito. Possuem uma resistência em se sentir bem consigo mesmos, além de lutarem, constantemente, pela produtividade. Tendem a ser independentes e, por hora, indiferentes.

Fonte: R7

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Educação

dez novas leguminosas são descobertas em estudo

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As leguminosas são da família Fabaceae, que nos fornecem alimentos bastante nutritivos, que são fonte de vitaminas C, K e do complexo B, especialmente de ácido fólico e B1. Além disso, são ricos em sais minerais. Principalmente ferro, cálcio, potássio, fósforo e zinco. São importantíssimos na alimentação diária.

Novas leguminosas são descobertas

Recentemente, em um estudo realizado por pesquisadores brasileiros e estrangeiros, dez novas espécies dessas plantas foram descobertas. Todas nativas da região neotropical que abrange regiões da América Central até o Sul do Brasil. A má notícia é que essas espécies estão em sério risco de extinção.

A União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) estabelece alguns critérios de análise sobre o estado de conservação. Todos foram utilizados pelos pesquisadores, que verificaram que grande parte destas dez plantas descobertas está pelo menos em alguma categoria de risco de extinção.

De acordo com o que foi dito para a Agência Brasil, o doutorando da Escola Nacional de Botânica Tropical do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Alexandre Gibau de Lima, que é também um dos autores do estudo que realizou as descobertas, “muitas dessas espécies ocorrem em áreas fora de unidades de conservação, em áreas que são pequenos fragmentos em torno de grandes plantios, em áreas que foram urbanizadas”.

De tal maneira, é impossível estabelecer quaisquer ações ou medidas devem ser tomadas para a conservação das espécies, já que não há ainda um conhecimento amplo sobre as plantas.

Entre as que foram descobertas, podemos destacar duas. Confira abaixo:

  • Barbatimão-do-rio-doce: árvore que pode chegar a 20 metros de altura encontrada somente na Mata Atlântica;
  • Styphnodendron velutinum: árvore de até cinco metros, localizada no noroeste de Minas Gerais, no Cerrado;

O próximo passo deve ser a conexão desse estudo científico com os centros de conservação, buscando encontrar medidas e alternativas para a conservação destas espécies. Além disso, para que as plantas possam ser utilizadas, tanto no aspecto medicinal, alimentício ou madeireiro, é necessário um maior conhecimento sobre as espécies.

Fonte: R7

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Educação

As estrelas estão desaparecendo do céu; Saiba o motivo

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Para aqueles que adoram observar o céu noturno e ver como o universo é bonito com todos os pontinhos brilhantes que chamamos de estrelas, o que está acontecendo com o passar dos anos é desesperador. O fenômeno Skyglow está cada vez mais diminuindo o número de estrelas observadas no céu a olho nu. Entenda como é causado esse efeito.

As estrelas desaparecendo! Saiba o por quê

Saiba quais são os motivos de estarmos vendo cada dia menos estrelas no nosso céu, bem como por que isso pode se tornar um grande problema no futuro.

Skyglow

Esse fenômeno nada mais é que a poluição luminosa emitida principalmente por grandes cidades. Porém, com o passar dos anos, essa poluição está crescendo cada vez mais e isso está causando a “perda” de estrelas. De acordo com novas pesquisas, esse fenômeno, chamado de Skyglow, roubou de quase um terço de todos os seres humanos a vista de nossa própria galáxia.

Os autores estimam que 80% das pessoas nos EUA e 30% no mundo não conseguem observar o arco etéreo da Via-Láctea em uma noite clara.

Segundo Christopher Kyba, principal autor desse novo estudo, parte do problema sobre o que podemos ver com olhos sem ajuda tem a ver com os tipos de iluminação em uso.

Mais luz no céu, menos estrelas

“As luzes LED têm um forte efeito sobre nossa percepção do brilho do céu”, disse Kyba. “Essa pode ser uma das razões por trás da discrepância entre as medições de satélite e as condições do céu relatadas pelos participantes do Globe at Night.”

Os países mais desenvolvidos são os mais afetados, por justamente terem mais cidades grandes emitindo um número excessivo de luz artificial no céu, e esse problema não está apenas na nossa visão quando olhamos para o céu. Afeta principalmente as observações de satélites e até de animais noturnos.

Afetados pela luz

Além dos impactos na astronomia, há outras consequências, principalmente em outros animais. Segundo a diretora da Globe at Night, Constance Walker, o Skyglow está começando a afetar animais diurnos e noturnos, e isso pode ocasionar problemas futuros na forma como esses animais caçam e sobrevivem.

Ela também alerta para a questão de que há pouco interesse em preservar o céu escuro e que são necessários mais estudos relatando as consequências desse fenômeno.

“O aumento do brilho do céu na última década ressalta a importância de redobrar nossos esforços e desenvolver novas estratégias para proteger o céu escuro”, diz Walker.

Fonte: R7

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