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Interventor federal no DF diz que policiais foram emboscados em 8 de janeiro – Notícias

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O interventor federal na segurança pública do Distrito Federal, Ricardo Cappelli, disse nesta segunda-feira (23) a deputados distritais que acredita que agentes de segurança do DF teriam sido levados a uma emboscada nos atos que resultaram na invasão às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro. Isso por conta do número baixo de policiais militares presentes quando os manifestantes chegaram à Esplanada dos Ministérios. Uma das frentes de apuração sobre o ocorrido investiga quem seria o responsável pela suposta emboscada.



Cappelli também disse aos parlamentares que apresentará um relatório sobre os trabalhos na segurança pública do DF após os atos de vandalismo e que devolverá a gestão da pasta ao governo local em 31 de janeiro. O encontro aconteceu contou ainda com representantes do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil no DF (Sindepo). A reunião aconteceu por iniciativa da Comissão de Segurança da Câmara Legislativa do Distrito Federal.



Participaram do encontro o vice-presidente da Câmara Legislativa, Ricardo Vale (PT), a presidente da Comissão de Segurança da CLDF, Doutora Jane (Agir), o deputado Hermeto, também membro da comissão, além de Gabriel Magno (PT), Eduardo Pedrosa (União Brasil), Paula Belmonte (Cidadania) e Dayse Amarílio (PSB).


Ricardo Vale destacou que o relatório será importante para a comissão parlamentar de inquérito distrital que investigará os responsáveis pelo vandalismo na invasão das sedes dos Três Poderes. A distrital Doutora Jane (Agir), pediu ao interventor que possíveis punições a agentes de segurança que atuaram nos protestos sejam individualizadas. Segundo a deputada, o mesmo vale para manifestantes.


“Precisamos manter nossa referência de que temos as melhores polícias do Brasil e as apurações devem apontar isso. As indicações do relatório serão muito importantes para as corporações”, afirmou a parlamentar. 

Fonte: r7.com

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Senadores escolhem membros da Mesa Diretora nesta quinta-feira – Notícias

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Após reelegerem Rodrigo Pacheco (PSD-MG) à presidência do Senado, os parlamentares da Casa escolhem nesta quinta-feira (2) os outros dez membros da Mesa Diretora. Serão eleitos dois vice-presidentes, quatro secretários e quatro suplentes.  


Desde 2019, a ocupação da mesa do Senado segue o critério da proporcionalidade — ou seja, os maiores partidos dividem entre si os cargos. Nos últimos anos, essa distribuição vem sendo feita via acordos partidários.


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O mais provável é que a primeira-vice-presidência fique com o PDT. O União Brasil deve ficar com a segunda-vice-presidência, e o PT, com a primeira secretaria. A segunda, terceira e quarta secretarias ainda não foram definidas e devem ser disputadas pelo MDB, Rede e PSB.


Entre as atribuições do presidente, estão convocar e presidir as sessões da casa e as sessões conjuntas do Congresso, pôr matérias em votação e retirá-las e impugnar proposições contrárias à Constituição, às leis ou ao regimento. O primeiro e o segundo-vice-presidentes substituem o presidente quando for necessário.


Ao primeiro secretário cabe conferir os resultados das votações, receber e ler a correspondência oficial que chega ao Senado e supervisionar as atividades administrativas da Casa. Já o segundo secretário é responsável por escrever, ler e assinar as atas das sessões secretas. O terceiro e o quarto secretários são responsáveis pela chamada dos senadores, por contar os votos e auxiliar o presidente na apuração de eleições.




Pacheco reeleito



Com 49 votos, Rodrigo Pacheco foi reconduzido à presidência do Senado nesta quarta-feira (1º). No discurso após a vitória, o senador eleito falou em pacificação política e disse que a “polarização tóxica precisa ser erradicada do país”. “Os Poderes da República precisam trabalhar em harmonia, buscando consenso pelo diálogo”, destacou. O parlamentar mineiro permanece no cargo até 2024.


Ele venceu Rogério Marinho (PL-RN), que obteve o apoio de 32 parlamentares, inclusive de Eduardo Girão (Podemos-CE), que retirou a candidatura poucos minutos antes do início da votação. 

Fonte: r7.com

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Politica

Bolsonaro participa do primeiro evento público nos EUA e questiona resultado das urnas – Notícias

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O ex-presidente Jair Bolsonaro participou de um evento na Flórida, nos Estados Unidos, na última terça-feira (31), e afirmou que pretende continuar envolvido com a política brasileira. Durante o encontro, Bolsonaro voltou a questionar o resultado das eleições de 2022, em que perdeu nas urnas para o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 


“Estou com 67 anos e pretendo continuar ativo na política brasileira”, disse o ex-presidente para cerca de 400 pessoas que participavam do encontro organizado pela Yes Brazil USA, grupo que apoia Bolsonaro nos EUA.



No local, Bolsonaro afirmou que “nunca fui tão popular. O ano passado superou muito 2018” (quando venceu as eleições) e questionou a vitória de Lula. “No fim das contas, a gente fica com uma interrogação na cabeça. Mas vamos enfrentar, e vamos, se Deus quiser, juntos, vencer esse momento.”


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O ex-presidente viajou para os EUA antes do fim de seu mandato, em 30 de dezembro, e não compareceu à cerimônia de posse de Lula. Ele criticou os atos de extremistas que invadiram as sedes dos Três Poderes em Brasília no dia 8 de janeiro deste ano. 




Homenagem



No evento, Bolsonaro foi recebido com aplausos e abraços. As homenagens ao ex-presidente duraram cerca de uma hora. Esse foi o primeiro ato público desde que Bolsonaro chegou aos EUA.


O governo federal autorizou a ida de três seguranças de Bolsonaro para Orlando, entre os dias 27 de janeiro e 16 de fevereiro. São eles: Osmar Crivelatti, Ricardo Dias dos Santos e Estácio Leite da Silva Filho. 


Viagem de Bolsonaro


O ex-presidente viajou para os Estados Unidos com Michelle Bolsonaro e a filha, Laura, de 12 anos, um dia antes de terminar o mandato, em 30 de dezembro. Bolsonaro optou por sair do país e não participar da cerimônia de posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que ocorreu em 1º de janeiro.


A família ficou hospedada em uma casa de férias que pertence ao ex-lutador de MMA José Aldo. Uma publicação no Diário Oficial da União autorizou a ida de assessores de Bolsonaro aos EUA. A permissão valeu pelo período de 1º a 30 de janeiro de 2023. A publicação prevê o afastamento dos servidores “para realizar o assessoramento, a segurança e o apoio pessoal do futuro ex-presidente”.


Estavam na lista o subtenente da Polícia Militar do Rio de Janeiro Max Guilherme Machado de Moura (PL); o capitão da reserva Sérgio Rocha Cordeiro; o atual assessor especial Marcelo Costa Câmara; o suboficial da Marinha Ricardo Dias dos Santos; e o primeiro-tenente do Exército Osmar Crivelatti.

Fonte: r7.com

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Câmara identifica mais 41 pessoas em invasão no 8 de Janeiro

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Arthur Lira falou sobre os identificados durante as manifestações

Mais 41 pessoas que participaram dos protestos em Brasília, em 8 de janeiro, foram identificadas pela Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Arthur Lira, revelou a informação, durante entrevista à GloboNews, na terça-feira 31. Segundo Lira, uma nova notícia-crime será enviada hoje à Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os identificados terão de justificar o que estavam fazendo no local no momento em que as invasões ocorreram. Lira disse ainda que todos os dados necessários para identificação dos participantes foram capturados pelo wi-fi. “Nosso sistema está com todos os IPs ou identificadores de celular dos que entraram”, garantiu o deputado.

Até o momento, 480 pessoas foram denunciadas pela PGR por participação no 8 de janeiro.

8 de janeiro e pacificação

O presidente da Câmara definiu sua atuação nos últimos dois anos como “previsível” e “sem sobressaltos”. “Nosso debate tem de ser árduo, duro, mas no campo das ideias, não nas lutas que foram travadas nas últimas eleições”, disse. “Eu tenho muita tranquilidade nas minhas posições, meus limites sempre foram claros. Eu tenho consciência que qualquer governo tem multifacetas.”

“A candidatura é mais de centro, menos radical, mais exposta aos acordos que o Brasil precisa”, observou Lira. “O fato de ter apoio de partidos antagônicos me deixa tranquilo.”


Fonte: r7.com

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