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Saúde

Homens jovens comem poucos vegetais e preferem ganhar músculos, diz estudo britânico

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Participantes do estudo sabiam que o consumo de frutas e verduras traz benefícios à saúde — Foto: Pixabay

Pesquisa com rapazes de 18 a 24 anos mostra que a maioria não come três porções de frutas e verduras por dia, e estão mais focados no físico do que na saúde.

Rapazes britânicos de 18 a 24 anos estão mais preocupados em ganhar músculos do que em ter uma alimentação saudável, afirma um estudo social da Universidade de East Anglia, no Reino Unido. A pesquisa, publicada nesta quarta-feira (14) na revista científica “Nutrients”, mostra que muitos desses jovens não sabem cozinhar e não apreciam o gosto dos vegetais.

De acordo com o estudo, do tipo observacional, homens jovens que têm dietas melhores veem de forma mais positiva a ideia de ter uma dieta saudável. Eles gostam de preparar as próprias refeições e consomem uma ampla variedade de frutas e verduras.

“Queríamos descobrir por que muitos rapazes não estão comendo as devidas 5 porções de fruta e verdura por dia”, diz a cientista social e responsável pelo estudo, Stephanie Howard Wilsher, em comunicado à imprensa. Ela é especialista em questões de saúde e alimentação.

“Isso é muito preocupante, porque os homens são mais propensos do que as mulheres a ter problemas no coração em idade mais avançada, como a doença coronariana, por exemplo”, afirma.

Métodos usados

A pesquisa qualitativa foi realizada por meio de vários “focus groups” (grupos focais, em português) envolvendo 34 homens com idade de 18 a 24 anos. Todos tinham peso normal e vinham tanto de áreas urbanas quanto rurais da Inglaterra. Imagens de revistas e campanhas publicitárias foram usadas para estimular as discussões sobre saúde, dieta e boa forma.

Os participantes anotavam em um diário suas práticas de nutrição, durante quatro dias, e foram separados em dois grupos: os que comem mais do que quatro porções de frutas e outros vegetais por dia, e os que comem menos de três porções.

“Os que consomem mais acreditam em sua capacidade de comprar e preparar esses alimentos. eles sentem que têm um bom controle de sua dieta e de sua saúde”, explica a professora. “Já os que não comem o suficiente, não sabiam cozinhar. Alimentos rápidos são mais fáceis para eles, e frutas e vegetais são vistos como produtos caros, cuja preparação demanda mais tempo”, diz.

Entretanto, os participantes de ambos os grupos sabem que o consumo de frutas e verduras traz benefícios à saúde – ainda que nem sempre soubessem quais tipos de doenças podem ser evitadas. Por isso, segundo Stephanie Howard Wilsher, os governos precisam adotar novas abordagens para chegar a homens jovens com mensagens que os estimulem a se alimentarem melhor.

Especialistas dizem que uma dieta variada de frutas, legumes e verduras é mais rica em nutrientes do que consumir sempre o mesmo tipo de alimento. — Foto: Andrei Lasc/Unsplash

Especialistas dizem que uma dieta variada de frutas, legumes e verduras é mais rica em nutrientes do que consumir sempre o mesmo tipo de alimento. — Foto: Andrei Lasc/Unsplash

Com informações do G1


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Após aprovação da Anvisa, terceira fase de testes de vacina chinesa contra coronavírus começa dia 20

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Em todo o Brasil, serão escolhidos 9 mil voluntários distribuídos por diversas regiões do país. Apenas profissionais de saúde poderão participar do estudo.

O governo de São Paulo anunciou nesta segunda-feira (6) que o recrutamento de voluntários para a terceira fase de testes da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela farmacêutica chinesa de biotecnologia Sinovac começa na próxima segunda-feira (13).

Na sexta (3), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a nova etapa do projeto realizado pelo laboratório chinês em parceria com o Instituto Butantan. Em todo o Brasil, serão escolhidos 9 mil voluntários distribuídos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal.

Segundo o governador João Doria (PSDB), após o recrutamento, a vacina deve começar a ser aplicada nos voluntários no dia 20 de julho.

Apenas profissionais de saúde que estejam na ativa poderão participar do estudo. Outros pré-requisitos são que os voluntários não tenham se contaminado pela Covid-19 anteriormente, mulheres não estejam grávidas ou planejem engravidar nos próximos três meses, e que os voluntários morem perto de um dos 12 centros de pesquisa que conduzirão o projeto.

“A inscrição será obrigatoriamente para profissionais de saúde, médicos, paramédicos, enfermeiros, os que estão atuando e os que já atuaram. Com a autorização da Anvisa, começaremos o processo de testagem a partir do dia 20 de julho”, disse Doria em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes.

“No mundo são 136 vacinas em desenvolvimento, 12 em estudos clínicos. Desses 12, apenas 3 estão na fase chamada fase 3. Então, a partir da aprovação da Anvisa, nós nos credenciamos como uma das 3 vacinas que têm grande chance de chegar ao público muito rapidamente”, afirmou o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.

De acordo com o governo estadual, o Instituto Butantan está adaptando uma fábrica para a produção da vacina. A capacidade de produção é de até 100 milhões de doses. O acordo com o laboratório chinês prevê que, se a vacina for efetiva, o Brasil ficará com 60 milhões de doses para distribuição.

A parceria havia sido anunciada no dia 11 de junho. Na ocasião, Doria disse que, se comprovada a eficácia e segurança da vacina, ela será disponibilizada no SUS a partir de junho de 2021.

Esses novos testes da fase 3 da CoronaVac, nome da vacina, serão feitos em larga escala e precisam fornecer uma avaliação definitiva da eficácia e segurança, isto é, a vacina precisa ser capaz de criar anticorpos para imunizar contra a Covid-19.

Instituto Butantan — Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Instituto Butantan — Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Em nota, a Anvisa informou que as fases 1 e 2, feitas em humanos saudáveis e em animais, demonstraram bons resultados com o esquema de duas doses da vacina.

Este é o segundo teste de vacina contra a covid-19 liberado pela Anvisa no país. No dia 2 de junho, a Agência autorizou o ensaio clínico da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

CoronaVac

A vacina da Sinovac já foi aprovada para testes clínicos na China. Ela usa uma versão do vírus inativado. Isso quer dizer que não há a presença do coronavírus Sars-Cov-2 vivo na solução, o que reduz os riscos deste tipo de imunização.

Vacinas inativadas são compostas pelo vírus morto ou por partes dele. Isso garante que ele não consiga se duplicar no sistema. É o mesmo princípio das vacinas contra a hepatite e a influenza (gripe).

Ela implanta uma espécie de memória celular responsável por ativar a imunidade de quem é vacinado. Quando entra em contato com o coronavírus ativo, o corpo já está preparado para induzir uma resposta imune.

Cientistas chineses chegaram à fase clínica de testes – ensaios em humanos – em outras três vacinas. Uma produzida por militares em colaboração com a CanSino Biologics, e mais duas desenvolvidas pela estatal China National Biotec.

*Com supervisão de Cíntia Acayaba

Fonte: Marina Pinhoni e Renata Bitar*, G1 SP — São Paulo

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Brasil

2º caso de covid-19 confirmado em Raul Soares-MG

segundo caso confirmado de covid-19 em Raul Sores

Vinicius Silva

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Por volta das 18 horas de hoje 19-05-2020 a Secretaria Municipal de saúde da cidade de Raul soares-Mg confirmou o 2º caso de covid-19 e divulgou através da pagina oficial do Facebook.

Fonte: Fampage oficial da Prefeitura de Raul Soares – MG

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