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Galo muda mais de “meio time” em confronto direto por vaga na Libertadores

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Neste domingo, Oswaldo fará, contra o Bahia, aquilo que não gosta de fazer: mexer muito na equipe; apesar disso, vê o “sangue novo” dos substitutos como ponto positivo

 Sabe quando você traça algum objetivo e, apesar de tentar, não consegue alcançar? Pode ser começar uma dieta na segunda-feira, guardar dinheiro, parar de ficar nervoso com futebol, tanto faz. Bate aquela sensação de decepção, mas logo depois você, teimoso, volta a tentar, certo? É mais ou menos por aí a relação entre Oswaldo de Oliveira, técnico do Galo, e o objetivo de repetir uma escalação por dois jogos seguidos.

Desde que chegou ao Atlético-MG, o experiente treinador tem tentado “dar uma cara” ao time, dando sequência aos jogadores titulares, para que criem entrosamento. Mas aquela sequência perfeita, sem nenhuma mudança de um jogo para o outro, ainda não foi possível. Mesmo assim, dentro das possibilidades, Oswaldo tenta fazer o mínimo de alterações que puder.

Ele já comandou o Galo em nove jogos e procurou mexer pouco nos 11 titulares entre um jogo e outro. O jogo com mais mudanças foi o clássico contra o Cruzeiro. Naquela ocasião, Leonardo Silva, Adilson e Otero voltaram ao time – e não tinham jogado contra a Chapecoense, no jogo anterior. A média de Oswaldo, porém, é entre uma e duas mudanças por partida. Neste domingo, às 18h (de Brasília), contra o Bahia, em Salvador, o número vai disparar.

Oswaldo será obrigado a fazer seis mudanças em relação ao time que venceu o Atlético-GO, no Independência, na última rodada. As alterações começam na defesa com a dupla de zaga: Gabriel (em observação médica após pancada na cabeça) e Leonardo Silva (suspenso) saem. Felipe Santana, que estava cotado para entrar, teve lesão parcial nos ligamentos do joelho direito e não viajou com a delegação. Com isso, Bremer e Matheus Mancini vão formar a dupla de zagueiros.

Fotos do jogo do galo

Adilson foi um dos amarelados do Galo no jogo contra o xará goianiense e não joga contra o Bahia (Foto: Reprodução/Premiere)

Na lateral direita, outro problema defensivo. Marcos Rocha acusou dores na coxa e está vetado. Como Carlos César está voltando após passar por cirurgia, a tendência é que o volante Yago ocupe o setor. Com isso, Roger Bernardo entra na vaga de Adilson, que está suspenso. Cazares, que sofreu entorse no tornozelo direito, sai para a entrada de Otero, que retorna após cumprir suspensão. No ataque, Fred, também suspenso, será substituído por Rafael Moura.

Apesar de não ser adepto de muitas mudanças nas escalações, o otimista Oswaldo vê um ponto positivo nisso: a entrada de “sangue novo” em um jogo difícil, no meio de uma sequência de jogos e contra um concorrente direto.

– Eu gosto de repetir a equipe. Estamos em uma sequência sem intervalo (para descanso) no meio da semana. Alguns jogadores eu já tinha intenção de trocar. Eu não gosto de quebrar a equipe quando está em desenvolvimento. Nessa sequência, pode ser importante para nós entrar com sangue novo. Se eu tiver sangue novo contra o Bahia, que é competitivo, pode ser interessante.

Com isso, o time provável – e modificado – do Atlético-MG tem: Victor; Yago, Bremer, Matheus Mancini e Fábio Santos; Roger Bernardo, Elias, Otero e Valdívia; Robinho e Rafael Moura. É mais uma chance para o Galo mostrar a (tão falada durante o ano) força do elenco. Se quer mesmo ir à Libertadores, precisa vencer o Tricolor baiano, adversário direto por uma vaga na competição internacional.

fotos Rafael Moura Atlético-MG)

No lugar do suspenso Fred, Rafael Moura terá chance contra o Bahia (Foto: Bruno Cantini/Atlético-MG)

 

Com informações do Guilherme Frossard, de Belo Horizonte no Globo Esporte

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Olimpíadas de Tóquio são adiadas para 2021, depois de pedido de primeiro-ministro do Japão

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Abe Shinzo pediu ao Comitê Olímpico para adiar os jogos que deveriam acontecer em Tóquio neste ano.

Shinzo Abe falando ao Parlamento em 2019 — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko
Shinzo Abe falando ao Parlamento em 2019 — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko

O primeiro-ministro japonês, Abe Shinzo, confirmou nesta terça-feira (24) que pediu ao Comitê Olímpico Internacional o adiamento de um ano dos Jogos Olímpicos, que estavam programados para o dia 24 de julho.

Abe fez o anúncio a jornalistas depois de uma conversa telefônica com o presidente do COI, Thomas Bach. Segundo ele, o COI aceitou o pedido.

O COI, então, confirmou em um comunicado o adiamento assinado em conjunto com o governo japonês:

“Na circunstância presente, e baseados na informação providenciada pela Organização Mundial da Saúde, o presidente do COI e o primeiro-ministro do Japão concluíram que os Jogos da 32ª Olimpíada em Tóquio devem ser reagendados para uma data para além de 2020, mas não depois do verão de 2021, para garantir a saúde de atletas, todos envolvidos nos Jogos e a comunidade internacional.”

As Olimpíadas, portanto, deverão ser realizadas em 2021. Mesmo assim, o nome oficial do evento será Tóquio 2020, de acordo com o governador de Tóquio, Yuriko Koike.

Os Jogos Olímpicos foram adiados por causa da pandemia do Covid-19, que impactou a organização do evento e também a preparação dos atletas.

A conversa telefônica incluiu, além de Abe e de Bach, o governador de Tóquio, Yuriko Koike, e o líder da organização dos Jogos, Yoshiro Mori.

Abe pediu para que Bach tomasse uma decisão o mais rápido possível, segundo a NHK.

Essa é a primeira vez, na era moderna, que os Jogos Olímpicos são adiados. Eles foram cancelados em três ocasiões: 1916, 1940 e 1944.

Pressão de atletas

O Comitê Olímpico do Canadá havia publicado uma carta na segunda-feira (23) na qual informou que ia boicotar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos se eles fossem realizados em 2020. A Austrália também informou que não enviaria seus atletas.

Noruega e Grã-Bretanha pressionaram o COI e ameaçaram não participar dos Jogos.

Eliminatórias congeladas

A maioria (78%) dos atletas era favorável a um adiamento, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo “The New York Times”.

As medidas de contenção do coronavírus, que em muitos países incluem a proibição de viagens, interromperam os jogos eliminatórios para as Olimpíadas. Muitos dos atletas não podem sair de casa por causa das medidas de isolamentos impostas.

Ainda assim, até o domingo (22), o COI tinha dito que só tomaria uma decisão em quatro semanas.

Fonte: G1.globo.com

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Mufarrej confirma Honda com portões fechados e promete “estreia efetiva quando tudo se regularizar”

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Principal contratação do Botafogo, japonês estreará neste domingo, contra o Bangu. Partida não poderá ter presença de torcedores por determinação da Ferj em razão de coronavírus

A determinação de jogos com portões fechados no Campeonato Carioca a partir deste fim de semana em razão do novo coronavírus frustrou os planos do Botafogo para a estreia de KeisukeHonda, que ocorrerá neste domingo, contra o Bangu, pela terceira rodada da Taça Rio.

Após reunião na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) nesta sexta, o presidente alvinegro, Nelson Mufarrej, confirmou que o meia japonês fará sua primeira partida pelo clube neste fim de semana, mas prometeu uma “estreia efetiva” junto à torcida “quando tudo se regularizar”.

– Lamentamos, mas temos que entender que o coronavírus é um problema mundial, mas vida que segue. Vamos estrear com ele (Honda), mas vamos, se Deus quiser, quando tudo se regularizar, vamos fazer a estreia efetiva em nosso estádio na presença dos torcedores botafoguenses.

O Botafogo vinha utilizando a estreia do japonês para convocar a torcida para comparecer em peso ao estádio Nilton Santos no domingo. Com a medida de portões fechados, o clube já divulgou orientações para que os torcedores que compraram ingressos peguem o dinheiro de volta.

Honda tinha sua estreia programada para a última terça-feira, contra o Paraná, pela Copa do Brasil. No entanto, o japonês ficou gripado e não pôde participar da partida. Ele chegou, inclusive, a pedir desculpas. Agora que estará à disposição do técnico Paulo Autuori, é a torcida que não poderá estar presente. O encontro efetivo ainda não tem data para ocorrer, pois a medida da Ferj de jogos com portões fechados é de prazo indefinido.

Honda, Jairzinho, Nelson Mufarrej e Marco Agostini — Foto: Vitor Silva/Botafogo
Honda, Jairzinho, Nelson Mufarrej e Marco Agostini — Foto: Vitor Silva/Botafogo


Fonte: Thayuan Leiras — Rio de Janeiro / globoesporte.globo.com

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