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Everton não renova com agente, mexe com bastidores do Grêmio e gera corrida por ofertas no mercado

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Contrato de Everton com Gilmar Veloz terminou em 24 de julho — Foto: Eduardo Moura

Atacante do Grêmio, que se irritou com negativa tricolor de procura da China, ouve empresários para buscar propostas de fora do país e se distancia de Gilmar Veloz, que o representava desde 2012

Everton. Como pano de fundo da proposta da China do total de 45 milhões de euros que não interessou ao Grêmio, há um rompimento entre Everton e seu antigo agente Gilmar Veloz. O jogador não renovou a procuração que terminou recentemente com o empresário, criou mal-estar nos bastidores do clube gaúcho e gerou corrida entre agentes na tentativa de vender o atleta a um mês do fechamento das principais janelas europeias.

O Grêmio nega que tenha recebido qualquer oferta por Everton. O clube gaúcho tem antiga relação com Veloz, que detém 30% dos direitos econômicos do atleta. Foi o empresário quem ajudou o Grêmio com R$ 300 mil para comprá-lo junto ao Fortaleza em 2013. Apesar de não ter mais procuração do jogador, com quem trabalhava desde 2012, Veloz ainda tem prioridade para fazer a negociação nesta janela de negociações.

A notícia do fim da parceria de Everton com o agente correu o mercado. O jogador segue com Marcio Cruz, que trabalhava em parceria com Veloz desde a chegada do jogador de Fortaleza. Inclusive, o jogador comunicou ao Grêmio que seus interesses a partir de agora devem ser tratados com Marcio Cruz. O GloboEsporte.com tentou contato com Marcio, mas não conseguiu falar com o novo representante de Everton.

Antes do rompimento, era Veloz quem tratava com interessados no atleta – foi Veloz, que trabalha com o técnico da Seleção Tite e outros atletas, que conversou com Edu Gaspar, do Arsenal, e conduzia outras tratativas em potencial. Em contato com a reportagem, a assessoria de Veloz confirmou que não tem mais representação do atacante, mas tem prioridade no negócio.

Uma das aproximações recentes foi com a oferta apresentada pelo agente carioca Fabio Brito. Mas outros nomes no agitado mercado de representação de atletas também procuraram com o atacante. O lateral-direito Léo Moura, que não nega o desejo de se tornar empresário quando parar de jogar, está em constante contato com o companheiro Everton.

A prioridade do jogador do Grêmio sempre foi o mercado europeu. Mas a alta soma na proposta chinesa atraiu o jogador, que se incomodou muito com a recusa do Grêmio. Causando desgaste com a diretoria, que tenta contornar a situação. A oferta da China chegou quando Everton estava concentrado para enfrentar o CSA, de Alagoas.

Com informações do  Eduardo Moura e Raphael Zarko — Porto Alegre e Rio de Janeiro/globoesporte.globo.com

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Olimpíadas de Tóquio são adiadas para 2021, depois de pedido de primeiro-ministro do Japão

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Abe Shinzo pediu ao Comitê Olímpico para adiar os jogos que deveriam acontecer em Tóquio neste ano.

Shinzo Abe falando ao Parlamento em 2019 — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko
Shinzo Abe falando ao Parlamento em 2019 — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko

O primeiro-ministro japonês, Abe Shinzo, confirmou nesta terça-feira (24) que pediu ao Comitê Olímpico Internacional o adiamento de um ano dos Jogos Olímpicos, que estavam programados para o dia 24 de julho.

Abe fez o anúncio a jornalistas depois de uma conversa telefônica com o presidente do COI, Thomas Bach. Segundo ele, o COI aceitou o pedido.

O COI, então, confirmou em um comunicado o adiamento assinado em conjunto com o governo japonês:

“Na circunstância presente, e baseados na informação providenciada pela Organização Mundial da Saúde, o presidente do COI e o primeiro-ministro do Japão concluíram que os Jogos da 32ª Olimpíada em Tóquio devem ser reagendados para uma data para além de 2020, mas não depois do verão de 2021, para garantir a saúde de atletas, todos envolvidos nos Jogos e a comunidade internacional.”

As Olimpíadas, portanto, deverão ser realizadas em 2021. Mesmo assim, o nome oficial do evento será Tóquio 2020, de acordo com o governador de Tóquio, Yuriko Koike.

Os Jogos Olímpicos foram adiados por causa da pandemia do Covid-19, que impactou a organização do evento e também a preparação dos atletas.

A conversa telefônica incluiu, além de Abe e de Bach, o governador de Tóquio, Yuriko Koike, e o líder da organização dos Jogos, Yoshiro Mori.

Abe pediu para que Bach tomasse uma decisão o mais rápido possível, segundo a NHK.

Essa é a primeira vez, na era moderna, que os Jogos Olímpicos são adiados. Eles foram cancelados em três ocasiões: 1916, 1940 e 1944.

Pressão de atletas

O Comitê Olímpico do Canadá havia publicado uma carta na segunda-feira (23) na qual informou que ia boicotar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos se eles fossem realizados em 2020. A Austrália também informou que não enviaria seus atletas.

Noruega e Grã-Bretanha pressionaram o COI e ameaçaram não participar dos Jogos.

Eliminatórias congeladas

A maioria (78%) dos atletas era favorável a um adiamento, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo “The New York Times”.

As medidas de contenção do coronavírus, que em muitos países incluem a proibição de viagens, interromperam os jogos eliminatórios para as Olimpíadas. Muitos dos atletas não podem sair de casa por causa das medidas de isolamentos impostas.

Ainda assim, até o domingo (22), o COI tinha dito que só tomaria uma decisão em quatro semanas.

Fonte: G1.globo.com

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Mufarrej confirma Honda com portões fechados e promete “estreia efetiva quando tudo se regularizar”

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Principal contratação do Botafogo, japonês estreará neste domingo, contra o Bangu. Partida não poderá ter presença de torcedores por determinação da Ferj em razão de coronavírus

A determinação de jogos com portões fechados no Campeonato Carioca a partir deste fim de semana em razão do novo coronavírus frustrou os planos do Botafogo para a estreia de KeisukeHonda, que ocorrerá neste domingo, contra o Bangu, pela terceira rodada da Taça Rio.

Após reunião na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) nesta sexta, o presidente alvinegro, Nelson Mufarrej, confirmou que o meia japonês fará sua primeira partida pelo clube neste fim de semana, mas prometeu uma “estreia efetiva” junto à torcida “quando tudo se regularizar”.

– Lamentamos, mas temos que entender que o coronavírus é um problema mundial, mas vida que segue. Vamos estrear com ele (Honda), mas vamos, se Deus quiser, quando tudo se regularizar, vamos fazer a estreia efetiva em nosso estádio na presença dos torcedores botafoguenses.

O Botafogo vinha utilizando a estreia do japonês para convocar a torcida para comparecer em peso ao estádio Nilton Santos no domingo. Com a medida de portões fechados, o clube já divulgou orientações para que os torcedores que compraram ingressos peguem o dinheiro de volta.

Honda tinha sua estreia programada para a última terça-feira, contra o Paraná, pela Copa do Brasil. No entanto, o japonês ficou gripado e não pôde participar da partida. Ele chegou, inclusive, a pedir desculpas. Agora que estará à disposição do técnico Paulo Autuori, é a torcida que não poderá estar presente. O encontro efetivo ainda não tem data para ocorrer, pois a medida da Ferj de jogos com portões fechados é de prazo indefinido.

Honda, Jairzinho, Nelson Mufarrej e Marco Agostini — Foto: Vitor Silva/Botafogo
Honda, Jairzinho, Nelson Mufarrej e Marco Agostini — Foto: Vitor Silva/Botafogo


Fonte: Thayuan Leiras — Rio de Janeiro / globoesporte.globo.com

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