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Saúde

Distúrbio de falar enquanto dorme está associado à falta de sono e pode indicar problema de saúde – Notícias

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O ato de falar ou criar diálogos durante o sono pode até parecer engraçado, mas as longas conversas inconscientes que algumas pessoas travam ao longo da noite ainda intrigam os pesquisadores e podem até indicar um problema mais grave de saúde. O alerta é da cientista do sono Theresa Schnorbach em entrevista ao diário britânico The Mirror.


Apesar de dormir ao lado de um tagarela ser até irritante, a ocorrência é muito comum e quase nunca é um problema médico. Duas a cada três pessoas no mundo conversam enquanto dormem, indica a pesquisadora.


Esse distúrbio é conhecido oficialmente como sonilóquio, sendo que falar durante o sono é um tipo de parassonia — ou atividade anormal do sono. “Geralmente é inofensivo, mas pode indicar um distúrbio do sono ou problema de saúde mais significativo”, afirma Schnorbach.



A tagarelice durante o repouso pode acontecer no sono REM, mais profundo, e no não REM e varia de pequenos murmúrios até discussões inteiras sem lembrança depois que a pessoa acorda. “Normalmente, falar durante o sono durante os primeiros estágios não REM pode ser mais fácil de entender, enquanto durante o estágio posterior do sono não REM e REM, a fala durante o sono pode soar mais como gemidos e gemidos”, explica.


“As origens de falar durante o sono continuam sendo uma fonte de discórdia entre as pesquisas  científicas e podem estar relacionadas a eventos recentes na vida do dorminhoco ou vinculadas à atividade dos sonhos”, diz.


Causas do distúrbio


A ciência ainda tenta determinar com maior exatidão, mas as pesquisas disponíveis mostram que falar durante o sono está associado à falta de sono. Colabora para isso um ambiente de sono perturbador, como temperatura ambiente ou muita luz entrando no quarto.


“Os fatores de risco de falar durante o sono incluem estresse, privação de sono e álcool, mas ocorrências isoladas e aleatórias de falar durante o sono raramente são problemáticas”, tranquiliza a especialista.


Conversar enquanto descansa também pode mostrar algum problema da saúde mental. “A saúde mental também pode ter um impacto na fala durante o sono, sendo a condição mais comum em pessoas com problemas de saúde mental subjacentes”, acrescenta.


A cientista disse também que as pessoas que sofrem de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) são mais vulneráveis a falar durante o sono. “Distúrbios do sono, como distúrbio comportamental do sono REM (RBD na sigla em inglês) e terrores noturnos, levam algumas pessoas a gritar durante o sono”, diz a cientista.


“Os terrores do sono, também conhecidos como terrores noturnos, são caracterizados por gritos, contorções e chutes aterrorizantes. É difícil acordar alguém que sofre de terror noturno”, diz.


Diante de tantas informações, quando procurar um médico? Falar ao dormir pode ser diagnosticado sem qualquer exame. “Falar dormindo não é, normalmente, um fator de preocupação, porém, se começar de repente na idade adulta ou envolver ansiedade, gritaria ou ações violentas, a pessoa deve procurar um médico imediatamente”, finaliza a especialista do sono.


Veja sete dicas para pegar no sono rápido e dormir com qualidade:


Fonte: r7.com

Saúde

São Paulo começa amanhã a vacinar todas as crianças de 6 meses a 2 anos contra Covid-19 – Notícias

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A vacinação de crianças de 6 meses a 2 anos contra a Covid-19 começa nesta quinta-feira (2) em São Paulo (SP). Depois de priorizar meninos e meninas com comorbidades, amanhã todas as crianças nessa faixa etária poderão ser imunizadas — basta os pais ou responsáveis as levarem a um posto de saúde.


As doses para esse público-alvo começaram a ser enviadas à rede de vacinação da cidade na manhã desta quarta-feira (1º). 


Ao todo, a capital paulista pretende vacinar 367.439 crianças na faixa etária de 6 meses a 2 anos, 11 meses e 29 dias, de acordo com levantamento da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados).


Além dos bebês, crianças de 5 a 11 anos que já receberam as duas primeiras doses do imunizante poderão tomar o reforço. O público dessa faixa etária que pode receber a terceira dose é estimado em 812.426 crianças.


Até agora, os postos de saúde da cidade de São Paulo já aplicaram 1.082.827 de primeiras doses contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos — com cobertura de 100%. No caso da segunda dose, foram 904.866 aplicações, com cobertura de 83,5%.



De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, os programas Nacional e Estadual de Imunizações enviaram novos lotes com um total de 768 mil doses de vacinas contra a Covid-19, entre Pfizer Baby e Pediátrica, para a capital, na noite da terça-feira (31).


Até ontem, 32.019 crianças de 6 meses a 2 anos com comorbidades, deficiência permanente, indígenas, além do público geral dessa faixa etária presentes na “xepa”, receberam doses do imunizante (24.810 de primeira dose e 7.209 de segunda). 


Serviço: vacinação de crianças de 6 meses a 2 anos contra a Covid-19
Local: UBS (Unidades Básicas de Saúde) e AMAs (Assistências Médicas Ambulatoriais)/UBSs Integradas
Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h (nas AMAs/UBSs Integradas aos sábados, também das 7h às 19h)

Encontre a unidade de saúde mais próxima da sua casa neste link


Vacinação em São Paulo (SP)


Ao todo, a cidade de São Paulo já aplicou 37.175.745 doses de imunizantes contra a Covid-19 desde o início da vacinação. Desse total, 12.144.396 pessoas receberam a primeira vacina e 11.507.451 completaram com a segunda dose. Desse número, 367.511 tomaram a dose única.


Além disso, já foram aplicadas em toda a população elegível 8.361.813 primeiras doses adicionais, 4.528.573 segundas doses adicionais e 266.001 terceiras doses adicionais.

Fonte: r7.com

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Saúde

Governo anuncia datas de início das campanhas nacionais de vacinação em 2023 – Notícias

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O Ministério da Saúde divulgou, na noite de terça-feira (31), as datas das campanhas de vacinação contra Covid, gripe e outras doenças no ano de 2023.


Estão previstas ações entre fevereiro e maio, que incluem diversos grupos prioritários, além da imunização de crianças a adolescentes com vacinas que fazem parte do calendário.


Reforço Covid


A partir de 27 de fevereiro, o ministério vai liberar a aplicação da dose de reforço atualizada contra a Covid-19 da Pfizer.


Poderão ser vacinados todos aqueles que tiverem pelo menos duas doses anteriores e façam parte de um dos seguintes grupos:


• Indivíduos com mais de 60 anos;

• Gestantes e puérperas;

• Pacientes imunocomprometidos;

• Pessoas com deficiência;

• Residentes de instituições de longa permanência;

• Povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;

• Profissionais da saúde.


O governo comprou 52 milhões de doses que, segundo o ministério, são suficientes para vacinar todos os brasileiros dos grupos acima.


No mês de março, o governo vai focar esforços para completar o esquema vacinal de todos com mais de 12 anos contra a Covid-19, além de intensificar a vacinação de crianças e adolescentes.


Para este último grupo, planejam-se mobilizações na comunidade escolar, desde a educação infantil até o ensino médio, com duas semanas de atividades de orientação e comunicação com estudantes, pais e responsáveis.


Gripe


A vacinação de grupos prioritários contra a gripe começará em abril para o seguinte público-alvo:


• Pessoas com mais de 60 anos;

• Adolescentes em medidas socioeducativas;

• Caminhoneiros e caminhoneiras;

• Crianças de 6 meses a 4 anos;

• Forças Armadas;

• Forças de Segurança e Salvamento;

• Gestantes e puérperas;

• Pessoas com deficiência;

• Pessoas com comorbidades;

• População privada de liberdade;

• Povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;

• Professoras e professores;

• Profissionais de transporte coletivo;

• Profissionais portuários;

• Profissionais do Sistema de Privação de Liberdade;

• Trabalhadoras e trabalhadores da saúde.


Multivacinação


Em maio, será a vez da campanha de multivacinação contra o sarampo e a poliomielite nas escolas. Assim como a ação da Covid-19, haverá orientação e atividades de mobilização.


“O Brasil, considerado um país pioneiro em campanhas de vacinação, desde 2016, vem apresentando retrocessos nesse campo. Praticamente todas as coberturas vacinais estão abaixo da meta. Por isso, o objetivo é retomar os altos percentuais de proteção”, diz o Ministério da Saúde em comunicado.


A cobertura vacinal da pólio, por exemplo, ficou abaixo de 75% em 2022.


“A gente tem o maior programa de imunização do mundo e sempre fomos exemplo. A comunicação, sem dúvida, será fundamental para que possamos recuperar a confiança nos imunizantes”, complementa em nota a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.

Fonte: r7.com

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Saúde

Tarcísio sanciona lei que autoriza distribuição gratuita de remédios à base de cannabis em SP

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Tarcísio sanciona lei que autoriza distribuição gratuita de remédios à base de cannabis em SP

Nesta terça-feira, 31, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sancionou a lei que garante o fornecimento gratuito de medicamentos à base de canabidiol pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no estado.  As informações são do “g1”

Tal projeto, de autoria do deputado estadual Caio França (PSB), foi aprovado no dia 21 de dezembro de 2022 pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). 


Post sobre a notícia. (Reprodução/Twitter @emirsader)


Desde o ano de 2010, famílias e entidades da sociedade civil passaram a conhecer as propriedades medicinais da cannabis, principalmente para crianças com epilepsia, e pressionaram a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela liberação das substâncias.  

Segundo o site “Agência Brasil”, a Anvisa, em 2015, liberou a importação de produtos medicinais feitos a partir da cannabis.

De acordo com Caio França, esses medicamentos só eram fornecidos pelo governo estadual por meio de decisão judicial, o que burocratiza o acesso e encarece para o Poder Público com custos judiciais. 

Na cerimônia, Tarcísio de Freitas afirmou que a lei ainda precisa de regulamentação, no entanto espera que isso aconteça de uma forma rápida.  

Inclusive, ele chegou a se emocionar quando contou que tem um sobrinho que sofre de uma rara síndrome, que tinha muitas convulsões por dia, e que acabou melhorando após começar a fazer uso de um medicamento à base de canabidiol.  

De acordo com informações do “g1”, pesquisas comprovam que autistas, pessoas com síndromes raras, Parkinson, epilepsia, Alzheimer e outras patologias podem ser tratadas com tais medicamentos. 

Em média, esse medicamento custa o valor de R$ 1.500 por mês, dependendo da dosagem indicada para o paciente. 

O canabidiol é uma das dezenas de substâncias presentes na Cannabis sativa, porém não produz os efeitos psicoativos conhecidos na planta. 

A nova lei tinha que ser sancionada ou vetada até esta sexta-feira, 3. 

Foto Destaque: Tarcísio sanciona lei que garante o fornecimento de medicamentos à base da cannabis no SUS no estado. Reprodução/Comunicação/Abrace/Fábio Tito/g1.


Fonte: r7.com

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