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Criminosos que mataram o policial em Santa Margarida são condenados

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A 1ª Vara Cível, Criminal e da Infância e da Juventude da comarca de Abre Campo condenou Sirlande da Silva Ferreira, vulgo “sabonete”; Josimar Pereira Rodrigues, vulgo “salame”; Wesley Rosa Firmino, vulgo “Ley”; Daniel Rodrigues de Aguiar, vulgo “cavalo”;  Ademar José Pedrosa, vulgo “Seu Zé”, “Ademar Cazeu”, “Ademarzim” e “Sozé”; e  Marcos Henrique Fernandes Ribeiro, vulgo “Marquinho Curupira” por crimes contra o patrimônio, organização criminosa, crime de roubo qualificado, latrocínio (banco do Brasil, banco SICOOB) seguido de morte, posse ilegal de armas e crime de adulteração de sinal de veículo automotor. Os crimes aconteceram em Santa Margarida.

Sirlande da Silva foi condenado há 63 anos, seis meses e 22 dias de reclusão, Josimar Pereira foi condenado a 68 anos e sete dias de reclusão e 58 dias-multa, Wesley Rosa Firmino foi condenado há em 49 anos, 6 meses e 15 dias de prisão e  Daniel Rodrigues foi condenado a 49 anos, 6 meses e 15 dias de reclusão por latrocínio (vítimas do banco do Brasil, banco SICOOB, Globalseg, Polícia Militar), crime continuado, organização criminosa e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

Ademar José Pedrosa e Marcos Henrique Fernandes Ribeiro foram condenados a quatro anos e seis meses de reclusão por organização criminosa, pena de prisão em regime semiaberto.

Segundo a denúncia do Ministério Público estadual, em 10 de julho de 2017, a organização criminosa denominada “Novo Cangaço”, composta pelos autores já citados, planejou e executou um roubo ao banco SICOOB e do Brasil.

Sirlande da Silva, Josimar Pereira, Wesley Rosa e Daniel Rodrigues, com toucas para dificultar a identificação, direcionaram-se primeiramente à agência do bando SICOOB, no município de Santa Margarida. Fizeram dois reféns que foram feitos de escudos humanos e levaram até a porta do banco. Roubaram R$ 91 mil.

Após apropriarem-se do dinheiro pertencente ao banco SICOOB, os acusados, usando os dois reféns, dirigiram-se à agência do banco do Brasil, centro de Santa Margarida, para também roubarem valores. Houve troca de tiros que resultaram na morte do vigilante Leonardo. Não obterem êxito quanto ao roubo de valores porque o cofre estava trancado.

Concluída a ação desenvolvida no banco do Brasil, os quatro acusados, ainda usando reféns, desfecharam disparos com amas de fogo contra os policiais militares que estavam empenhados na ocorrência. Os disparos atingiram um policial militar que também faleceu.

Depois de atingirem mortalmente o policial militar Cabo Marcos, os acusados fugiram e posteriormente foram encontrados pela Polícia Militar.

O juiz Bruno Miranda Camêlo entendeu que a materialidade dos delitos atribuídos aos acusados está demonstrada nos documentos juntados aos autos. Entre eles, auto de apreensão contendo diversos objetos encontrados no local da prisão em flagrante, como os R$ 91.400,00 em espécie, armas de fogo, munições e laudos extraídos de conversas em celulares.

Quanto à autoria, o magistrado assinalou que o conjunto probatório é inequívoco quanto a participação dos denunciados no crime apontado pelo MP, corroborados em confissões de Sirlande Wesley e Daniel.

Para o juiz, está demonstrado que houve subtração consumada de bens pertencentes a dois patrimônios, banco SICOOB (dinheiro) e a empresa de segurança Globalseg  (pistola municiada que estava na posse do vigilante no interior da agência do SICOOB), resultando em lesão corporal a L.M.B. Na sequência, depois de consumada a subtração e já do lado de fora da agência, foi empregada violência contra policiais militares para assegurar a detenção dos bens subtraídos, resultando na morte do policial militar Marcos.

Durante esse evento, houve tentativa de subtração de bens pertencentes a um terceiro patrimônio, que é o do Banco do Brasil, sendo que da ação perpetrada no interior da agência resultou a morte do vigilante Leonardo e lesão corporal a J.F. Para a execução do crime, os assaltantes estavam fortemente armados com pistolas, escopetas e até mesmo submetralhadoras.

Processo 0003.17.002425-5

Leia a sentença na íntegra.

 

Com informações da Unidade notícias 

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Tiros em bares em Hanau, na Alemanha, deixam mortos

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Segundo informações da imprensa alemã, assassinos abriram fogo contra pessoas que estavam em bares de shisha — onde as pessoas se reúnem para fumar narguilé. Motivação do assassinato ainda é desconhecida.

Uma ação com tiros deixou oito pessoas mortas em Hanau, na Alemanha, nesta quarta-feira (19), confirmou a polícia local. Houve também feridos — as autoridades não disseram quantas pessoas foram baleadas.

Segundo informações preliminares da polícia, os tiros foram disparados contra pessoas que estavam em dois bares de shisha — estabelecimento onde frequentadores se reúnem para fumar narguilé. Os assassinos fugiram em um carro preto.

De acordo com o jornal “Bild”, um homem considerado suspeito de participar do crime foi preso. Até a última atualização desta reportagem, não se sabia se outras pessoas participaram da ação.

Policiais cercam região de Hanau, na Alemanha, onde assassinos abriram fogo nesta quarta-feira (19) — Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters
Policiais cercam região de Hanau, na Alemanha, onde assassinos abriram fogo nesta quarta-feira (19) — Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters

Bala é fotografada no chão de estabelecimento em Hanau, na Alemanha, onde tiroteio deixou mortos nesta quarta-feira (19) — Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters
Bala é fotografada no chão de estabelecimento em Hanau, na Alemanha, onde tiroteio deixou mortos nesta quarta-feira (19) — Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters

Policiais vasculham arredores de local onde assassino abriu fogo em Hanau, na Alemanha, nesta quarta-feira (19) — Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters
Policiais vasculham arredores de local onde assassino abriu fogo em Hanau, na Alemanha, nesta quarta-feira (19) — Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters

Primeiro, segundo a imprensa local, os assassinos atiraram nos frequentadores de um bar no centro. Em seguida, eles foram até outro estabelecimento do tipo e abriram fogo. As motivações para o crime continuam desconhecidas.

Hanau é uma cidade com cerca de 100 mil habitantes localizada a 20 quilômetros a leste de Frankfurt.

O narguilé é um equipamento no qual uma mistura de essência e tabaco é aquecida, e a fumaça gerada passa por um filtro com água até ser aspirada pelo usuário, por meio de uma mangueira.

Hanau, Alemanha — Foto: G1
Hanau, Alemanha — Foto: G1

Fonte: G1.globo.com

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Polícia Civil prende em Manhuaçu MG suspeito de matar a mãe da namorada

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Polícia Civil prende em Manhuaçu (MG) – A Delegacia Especializada de Homicídios de Santa Luzia, com apoio da Delegacia Regional de Manhuaçu e a Delegacia de Polícia de Matipó, prendeu nesta sexta-feira, 31/01, Leonardo Aparecido Soares Vieira (Nego Leo), 38 anos.

A ação ocorreu em razão de mandado de prisão preventiva, expedido num Inquérito Policial que investigou o feminicídio de Elisangela da Silva Amorim, em janeiro de 2018, na região de Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte. O suspeito estava foragido desde a época dos fatos.

O CRIME

O crime aconteceu na rua Rio Pardo, no bairro Santa Matilde, segundo a Polícia Militar (PM). A mulher teria proibido o relacionamento por considerar o mesmo muito conturbado.

Elizângela da Silva Amorim e a filha adolescente eram ameaçadas pelo suspeito, conhecido como “Nego Leo”, desde a proibição do relacionamento, sendo que elas chegaram inclusive a registrar uma ocorrência contra o homem e pedir uma medida protetiva.

Na tarde de 16 de janeiro de 2018, policiais militares do 35º Batalhão da PM receberam denúncia anônima de que uma mulher havia sido baleada no endereço da vítima, onde Elisângela foi encontrada já morta, caída no chão da sala. O Samu foi chamado e confirmou o óbito.

Uma outra filha da vítima, de 9 anos, contou aos PMs que o suspeito chegou na casa, discutiu com a mãe e atirou nela. O marido da vítima, que não estava em casa, foi localizado e confirmou que a mulher vinha sendo ameaçada de morte pelo autor do crime, que não se conformava com o fim do namoro.

O celular de Elisângela foi entregue aos militares e havia diversas ameaças de morte do homem contra ela. A filha de 16 anos também confirmou que vinha sendo ameaçada de morte, que registrou boletim de ocorrência e até pediu medida protetiva.

“Nego Leo” fugiu depois do crime e não foi localizado pela polícia. Segundo a perícia, Elisângela levou um tiro na região lombar, que transfixou. O caso foi registrado na Delegacia de Plantão de Santa Luzia e a Polícia Civil abriu inquérito para apurar o homicídio.

Redação do Portal Caparaó com informações do Jornal O Tempo

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