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Carta-bomba explode na Embaixada da Ucrânia em Madri

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Funcionário ucraniano que abriu a carta ficou ferido e foi hospitalizado, segundo a polícia local. Policiais são vistos do lado de fora da embaixada ucraniana em Madri após explosão de uma carta-bomba em 30 de novembro de 2022
REUTERS/Juan Medina
Uma carta-bomba explodiu nesta quarta-feira (30) na Embaixada da Ucrânia em Madri, na Espanha, segundo a polícia espanhola.
A explosão deixou uma pessoa ferida – o funcionário da Embaixada que abriu a correspondência. Ainda segundo a polícia, ele sofreu ferimentos leves e foi levado ao hospital.
Segundo policiais ouvidos pelo jornal “El País”, a carta era destinada ao embaixador ucraniano na Espanha e entrou em combustão ao ser manipulada pelo funcionário.
A Embaixada da Ucrânia fica no nordeste de Madri, em uma área nobre da cidade reservada a Embaixadas e escolas bilíngues. Por conta da explosão, a polícia espanhola ativou o protocolo antiterrorista na capital espanhola e enviou equipes antibomba ao local.
O serviço de inteligência da Espanha começou a investigar o caso, mas ainda não informou se há suspeitos.
O governo da Ucrânia ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.
Esta é a primeira vez, desde o início da guerra da Ucrânia, que uma Embaixada do país sofre uma tentativa de ataque.
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Fonte: g1.globo.com

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Glória Maria cobriu momentos históricos do mundo; relembre

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Jornalista testemunhou eventos históricos, como a posse de Jimmy Carter nos EUA, a guerra das Malvinas e a invasão da Embaixada do Japão no Peru por um grupo terrorista. Ela foi a primeira mulher brasileira a cobrir um conflito armado no exterior. Glória Maria cobriu a posse de Jimmy Carter em Washington, em 1977
A jornalista Glória Maria, ícone da TV que morreu nesta quinta-feira (2), visitou 160 países e, em muitos deles, participou de coberturas de momentos históricos, entre guerras, conflitos e posses presidenciais.
Relembre algumas delas:
Posse de Jimmy Carter (1977)
A jornalista Glória Maria durante a cobertura da posse do ex-presidente dos EUA Jimmy Carter, em 1977.
TV Globo
Apenas seis anos após sua primeira reportagem, Glória Maria foi a Washington para cobrir a histórica posse do então presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter, cuja gestão ficou marcada pela defesa dos direitos humanos.
Carter recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2002.
Guerra das Malvinas (1982)
Com a cobertura do conflito armando entre Argentina e Inglaterra pelo controle das Malvinas, Gloria Maria se tornou foi a primeira jornalista mulher a cobrir uma guerra.
Ela testemunhou e reportou o conflito armado durante um mês e meio. Ao vivo, Gloria Maria noticiou o cessar-fogo do conflito. Recentemente, em entrevista ao programa “Encontro”, da TV Globo, ela deu detalhes da cobertura.
Gloria Maria na cobertura da guerra das Malvinas, entre Argentina e Inglaterra, em 1982.
TV Globo
“Era uma guerra diferente. Não era uma guerra com tiros, era com minas. Eu nunca tinha coberto guerra, mas eu queria ir. Achava que era uma coisa importante para mim. Depois me arrependi, porque eu não dormia, esperando ou temendo que eu tivesse que ir para aquele terreno minado”, disse.
“Foi uma experiência única, que eu não repito, mas que eu adorei ter tido. Mudou minha visão da vida, do mundo, porque na guerra as pessoas estão em uma disputa de poder insano e perdem a capacidade de raciocinar”.
Durante a entrevista no programa, em 2022, ela disse que “tem momentos em que eu tenho vontade” de ir cobrir a guerra na Ucrânia.
“Acho que enquanto eu for jornalista ainda vou ter essa vontade de estar onde está o acontecimento”.
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Invasão da embaixada japonesa do Peru por um grupo terrorista (1996)
Em 1996, o grupo terrorista peruano Tupac Amaru invadiu a embaixada do Japão no Peru, onde uma festa para celebrar o aniversário do imperador do Japão reunia centenas de diplomatas do mundo inteiro. O grupo fez 400 pessoas reféns, entre elas o então embaixador brasileiro no país.
Em uma entrevista no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, Gloria Maria relatou ter achado a cobertura muito mais difícil que a da guerra, por envolver um grupo terrorista.
Parte dos reféns ficou mais de 120 dias em cativeiro, quando militares peruanos invadiram a Embaixada. Um dos reféns, um juiz da Suprema Corte peruana, morreu no embate. Os guerrilheiros foram mortos na hora.
Os terroristas pediam a libertação de integrantes do Tupac Amaru presos em diversos países do mundo.
Jogos Olímpicos de Los Angeles (1984) e Atlanta (1996)
Em sua primeira cobertura de Jogos Olímpicos, Gloria Maria acompanhou delegações brasileiras nas Olimpíadas de 1984, que aconteceram em Los Angeles. Ela reportou a competição ao lado de Francisco José, Isabela Scalabrini, Lucas Mendes, Luiz Fernando Lima e Reginaldo Leme.
Ela voltou a cobrir os Jogos Olímpicos em 1996, em Atlanta, e em 2016, no Rio.
Copa do Mundo na França (1998)
Ainda na cobertura esportiva, a jornalista foi enviada também à França, em 1998, para cobrir a Copa do Mundo naquele ano.
Transiberiana com Paulo Coelho (2006)
Fantástico: Série “Sibéria, a missão de um mago” (2006)
Em maio de 2006, Gloria Maria acompanhou o escritor Paulo Coelho no trajeto da famosa ferrovia Transiberiana – que conecta a Rússia de ponta a ponta – até Moscou.
O escritor tinha um vagão só para ele. Já Glória e o repórter cinematográfico Ronaldo Cordeiro viajaram como passageiros comuns.
“Paulo era uma celebridade, andava até com batedores. Eu e Ronaldo carregávamos aquelas caixas de metal pesadas, com todo o equipamento. O banho era na pia; só no terceiro dia descobrimos que pagando, a gente podia tomar banho no trem. Foi um trabalho de cão. Mas valeu a pena”, relatou a jornalista após a viagem.
A cobertura rendeu uma série de reportagens para o Fantástico.
Glória Maria acompanhou a viagem de Paulo Coelho à Rússia, a bordo da Transiberiana, em matéria para o Fantástico em 2006
Reprodução/TV Globo
Fonte: g1.globo.com

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Daniel Alves: Juíza vê indícios 'mais que suficientes' de estupro, diz jornal

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Magistrada escreveu observação em auto de investigação do caso, segundo ‘El Períodico’. Advogado de jogador brasileiro, acusado de agressão sexual contra uma jovem em uma boate de Barcelona, se diz otimista com recurso. A juíza espanhola Anna Marín, responsável por avaliar a acusação de que o jogador brasileiro Daniel Alves estuprou uma jovem de 23 anos no banheiro de uma boate em Barcelona, na Espanha, vê indícios “mais que suficientes” de que o crime foi cometido, segundo o auto de investigação ao que o jornal catalão “El Periódico” teve acesso.
A afirmação é, por enquanto, apenas uma observação no texto de Marín, responsável apenas por avaliar se o caso deve ir a julgamento – na Espanha, a Justiça também tem a competência de investigar uma denúncia antes de julgá-la.
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Entenda o caso
A denúncia foi feita por uma jovem espanhola de 23 anos, que não teve a identidade divulgada. A queixa foi feita em 2 de janeiro, quando as investigações começaram.
A suposta vítima afirma que:
Foi seguida por Daniel Alves ao ir ao banheiro, que é unissex, por volta das 4h da manhã
Foi forçada por Daniel Alves a sentar no seu colo;
Ao resistir, foi jogada no chão pelo jogador, esbofeteada e forçada a fazer sexo oral nele;
Imagens da boate mostram que a mulher ficou cerca de 14 minutos no banheiro, enquanto Daniel Alves ficou 16.
Segundo a imprensa espanhola, a jovem chamou o segurança da boate, foi ao hospital, e os exames confirmaram o estupro.
Fonte: g1.globo.com

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'EUA não têm intenção hostil em relação à Coreia do Norte', diz Casa Branca

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Porta-voz da Casa Branca diz que o país norte-americano busca uma diplomacia séria e sustentada. A Casa Branca rejeitou nesta quarta-feira (01) as acusações norte-coreanas de que os exercícios militares em conjunto à Coreia do Sul naquela região são uma provocação e disse que os Estados Unidos não têm intenção hostil em relação a Pyongyang.
“Deixamos claro que não temos intenção hostil em relação à RPDC (Coreia do Norte) e buscamos uma diplomacia séria e sustentada para abordar toda a gama de questões de interesse de ambos os países e da região”, disse um porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca.
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O comentário da Casa Branca veio depois que o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte disse que os exercícios dos Estados Unidos e seus aliados levaram a situação a uma “linha vermelha extrema” e ameaçam transformar a península em um “enorme arsenal de guerra e uma zona de guerra mais crítica”.
O comunicado, divulgado pela agência de notícias estatal KCNA, disse que Pyongyang não está interessado em diálogo enquanto Washington seguir políticas hostis.
A declaração da Casa Branca reiterou a disposição dos Estados Unidos “de se reunir com representantes da Coreia do Norte em um horário e local conveniente para eles”.
“Rejeitamos a noção de que nossos exercícios conjuntos com parceiros na região sirvam como qualquer tipo de provocação. Estes são exercícios de rotina totalmente consistentes com a prática passada”, disse o funcionário.
“Os Estados Unidos continuam a trabalhar em estreita colaboração com aliados e parceiros para garantir a paz e a estabilidade na região. Ao mesmo tempo, continuaremos a trabalhar com aliados e parceiros para fazer cumprir plenamente as resoluções do Conselho de Segurança da ONU que refletem a vontade da comunidade internacional. comunidade e limitar a capacidade da RPDC de avançar com seus programas de armas ilegais e ameaçar a estabilidade regional”, disse o funcionário.
Fonte: g1.globo.com

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