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Brasileiro do Al-Hilal: “Para todo lugar que você olha, estão falando do Carille”

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Treinador do Corinthians tem sondagem milionária e deve decidir futuro na segunda-feira

Fábio Carille ainda não decidiu se fica no Corinthians ou se aceita a proposta milionária do Al-Hilal, da Arábia Saudita. Mesmo assim, o treinador já causa expectativa nos árabes.

O meia-atacante Carlos Eduardo é o único brasileiro da equipe vice-campeã da última Champions League Asiática. Em entrevista ao GloboEsporte.com, ele conta que o técnico do Timão é assunto entre jogadores e torcedores do Al-Hilal.

– Eu cheguei hoje (sexta-feira) aqui, para você ter noção, e já ouvi muito. Tem muita repercussão sobre isso. Está se falando muito do Carille aqui no clube, e por ser um clube de grande expressão, para todo lugar que você olha na internet ou na televisão, estão falando dele – contou o jogador, nascido em Ribeirão Preto.

Carlos Eduardo trata uma lesão no joelho, sofrida no final do ano passado, e uma das etapas da recuperação foi realizada no CT do Corinthians. Nesse período, ele teve seu primeiro contato com Fábio Carille.

– Conheci há uns dois meses e fiquei muito feliz. É uma pessoa humilde, simples, um cara que batalhou para estar onde está, um cara que lutou bastante. É sempre bom estar ao lado dessas pessoas. Tenho certeza de que isso só vai aumentar, porque ele só ganha o respeito não só dos torcedores do Corinthians, mas também de outros torcedores. O que eu mais eu escuto é: “Eu não sou corintiano, mas gosto da pessoa (Carille) e do treinador” – afirmou.

Fábio Carille pode se transferir para o Al-Hilal, da Arábia Saudita (Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians)

O meia-atacante quase trabalhou ao lado de Fábio Carille em 2016. Quando o atual treinador era auxiliar de Tite, o Corinthians chegou a enviar uma proposta ao Al-Hilal pelo jogador, mas os altos valores da negociação assustaram a diretoria do Timão, que recuou.

Carlos Eduardo é um dos destaques do Al-Hilal (Foto: Divulgação Al-Hilal)

Dois anos depois, eles têm possibilidade de estar juntos, algo que empolga Carlos.

– Eu tenho a expectativa de ser treinado por ele, porque tive uma lesão e fiquei no Brasil acompanhando todos esses jogos durante seis meses. Vi que ele é um cara que tem um futuro brilhante pela frente, conhece muito de futebol e está tendo um sucesso enorme no Corinthians. Eu estou feliz mesmo, e se der certo de ele vir, vai ser um prazer enorme trabalhar ao seu lado – completou.

Paixão e pressão

Carlos Eduardo conheceu a paixão dos torcedores do Al-Hilal da melhor maneira possível: tornando-se ídolo. Revelado pelas categorias de base do Desportivo Brasil e com passagens por Fluminense, Porto e Nice, o paulista chegou ao Al-Hilal em 2015.

Em seus primeiros 18 jogos pelo clube, marcou 18 gols, e a idolatria foi imediata. Presentes inusitados como um Iphone de ouro com seu nome grafado e um leão de verdade foram entregues pelos torcedores. São comuns altas bonificações por gols dadas pelo xeique. Para ir aos shoppings locais, ele precisa de escolta, devido ao grande assédio que recebe dos fãs.

Mas da mesma forma que é idolatrado, ele também é cobrado. O Al-Hilal é um dos maiores clubes do Oriente Médio e recebe grande público nos jogos em casa. A final da Champios Asiática do ano passado, por exemplo, teve cerca de 60 mil pessoas no King Fahd Stadium. Nada que Carile não esteja acostumado.

– É um clube muito grande. É o “Corinthians da Arábia”. É muita pressão, sempre estádios cheios. Muita gente confunde com Catar, Dubai, que quase não tem ninguém nos estádios. Aqui tem. Aqui tem futebol, clássicos com 60, 70 mil pessoas. O nível de futebol é muito bom, tanto que tem 11 jogadores do Al-Hilal na seleção da Arábia Saudita. Acho que ele vai gostar do que vai ver, porque realmente é um clube fantástico do mundo árabe – finalizou.

Ainda não há pistas sobre um possível substituto de Carille. O auxiliar Osmar Loss pode ser a opção caseira.

Caso a saída se confirme, Carille deve levar o auxiliar Leandro da Silva, o Cuca, e o preparador físico Walmir Cruz, além de mais um membro da comissão técnica atual.

Torcida do Al-Hilal lota estádio na Arábia Saudita (Foto: Divulgação/Al-Hilal)

 

Com informações do Eduardo Rodrigues, São Paulo/GloboEsporte

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Olimpíadas de Tóquio são adiadas para 2021, depois de pedido de primeiro-ministro do Japão

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Abe Shinzo pediu ao Comitê Olímpico para adiar os jogos que deveriam acontecer em Tóquio neste ano.

Shinzo Abe falando ao Parlamento em 2019 — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko
Shinzo Abe falando ao Parlamento em 2019 — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko

O primeiro-ministro japonês, Abe Shinzo, confirmou nesta terça-feira (24) que pediu ao Comitê Olímpico Internacional o adiamento de um ano dos Jogos Olímpicos, que estavam programados para o dia 24 de julho.

Abe fez o anúncio a jornalistas depois de uma conversa telefônica com o presidente do COI, Thomas Bach. Segundo ele, o COI aceitou o pedido.

O COI, então, confirmou em um comunicado o adiamento assinado em conjunto com o governo japonês:

“Na circunstância presente, e baseados na informação providenciada pela Organização Mundial da Saúde, o presidente do COI e o primeiro-ministro do Japão concluíram que os Jogos da 32ª Olimpíada em Tóquio devem ser reagendados para uma data para além de 2020, mas não depois do verão de 2021, para garantir a saúde de atletas, todos envolvidos nos Jogos e a comunidade internacional.”

As Olimpíadas, portanto, deverão ser realizadas em 2021. Mesmo assim, o nome oficial do evento será Tóquio 2020, de acordo com o governador de Tóquio, Yuriko Koike.

Os Jogos Olímpicos foram adiados por causa da pandemia do Covid-19, que impactou a organização do evento e também a preparação dos atletas.

A conversa telefônica incluiu, além de Abe e de Bach, o governador de Tóquio, Yuriko Koike, e o líder da organização dos Jogos, Yoshiro Mori.

Abe pediu para que Bach tomasse uma decisão o mais rápido possível, segundo a NHK.

Essa é a primeira vez, na era moderna, que os Jogos Olímpicos são adiados. Eles foram cancelados em três ocasiões: 1916, 1940 e 1944.

Pressão de atletas

O Comitê Olímpico do Canadá havia publicado uma carta na segunda-feira (23) na qual informou que ia boicotar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos se eles fossem realizados em 2020. A Austrália também informou que não enviaria seus atletas.

Noruega e Grã-Bretanha pressionaram o COI e ameaçaram não participar dos Jogos.

Eliminatórias congeladas

A maioria (78%) dos atletas era favorável a um adiamento, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo “The New York Times”.

As medidas de contenção do coronavírus, que em muitos países incluem a proibição de viagens, interromperam os jogos eliminatórios para as Olimpíadas. Muitos dos atletas não podem sair de casa por causa das medidas de isolamentos impostas.

Ainda assim, até o domingo (22), o COI tinha dito que só tomaria uma decisão em quatro semanas.

Fonte: G1.globo.com

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Mufarrej confirma Honda com portões fechados e promete “estreia efetiva quando tudo se regularizar”

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Principal contratação do Botafogo, japonês estreará neste domingo, contra o Bangu. Partida não poderá ter presença de torcedores por determinação da Ferj em razão de coronavírus

A determinação de jogos com portões fechados no Campeonato Carioca a partir deste fim de semana em razão do novo coronavírus frustrou os planos do Botafogo para a estreia de KeisukeHonda, que ocorrerá neste domingo, contra o Bangu, pela terceira rodada da Taça Rio.

Após reunião na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) nesta sexta, o presidente alvinegro, Nelson Mufarrej, confirmou que o meia japonês fará sua primeira partida pelo clube neste fim de semana, mas prometeu uma “estreia efetiva” junto à torcida “quando tudo se regularizar”.

– Lamentamos, mas temos que entender que o coronavírus é um problema mundial, mas vida que segue. Vamos estrear com ele (Honda), mas vamos, se Deus quiser, quando tudo se regularizar, vamos fazer a estreia efetiva em nosso estádio na presença dos torcedores botafoguenses.

O Botafogo vinha utilizando a estreia do japonês para convocar a torcida para comparecer em peso ao estádio Nilton Santos no domingo. Com a medida de portões fechados, o clube já divulgou orientações para que os torcedores que compraram ingressos peguem o dinheiro de volta.

Honda tinha sua estreia programada para a última terça-feira, contra o Paraná, pela Copa do Brasil. No entanto, o japonês ficou gripado e não pôde participar da partida. Ele chegou, inclusive, a pedir desculpas. Agora que estará à disposição do técnico Paulo Autuori, é a torcida que não poderá estar presente. O encontro efetivo ainda não tem data para ocorrer, pois a medida da Ferj de jogos com portões fechados é de prazo indefinido.

Honda, Jairzinho, Nelson Mufarrej e Marco Agostini — Foto: Vitor Silva/Botafogo
Honda, Jairzinho, Nelson Mufarrej e Marco Agostini — Foto: Vitor Silva/Botafogo


Fonte: Thayuan Leiras — Rio de Janeiro / globoesporte.globo.com

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