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Economia

Banco do Brasil oferece compra de dólar por app e saque em caixa eletrônico

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Cliente precisará encontrar um terminal que disponibilize a retirada de dólares; no Brasil, são 96.

O Banco do Brasil anunciou nesta sexta-feira (2) que os clientes agora poderão comprar dólar pelo aplicativo e retirar a moeda em espécie em caixas eletrônicos.

A moeda, no entanto, não poderá ser sacada em qualquer terminal. É preciso localizar uma agência que tenha terminal de câmbio – o que também pode ser feito pelo aplicativo. Ao todo, são 96 no país, em 18 estados mais o Distrito Federal.

Outro recurso disponibilizado é a definição da cotação do dólar frente ao real que o cliente está disposto a pagar e quanto tempo pode esperar. Quando a moeda norte-americana bate o patamar estabelecido, o cliente recebe um aviso.

Após efetuar a compra pelo aplicativo, o cliente terá o prazo de dois dias úteis para retirar a moeda em um caixa eletrônico. Mas isso não quer dizer que o comprador fica sujeito a variações do câmbio. Na retirada, a transação segue de acordo com a cotação do dia da compra.

Segundo o banco, a transação é válida para dólar americano, até US$ 3 mil por operação, limitada a US$ 10 mil por mês.

“Para aquelas agências que não possuem terminal de câmbio, em breve o app também será interligado ao terminal de caixa dentro da agência, permitindo ao cliente retirar os dólares diretamente no guichê, sem a necessidade de passar pelo atendimento”, disse o BB em nota.

Com informações do G1

Brasil

Enchente em Córrego Novo

Ocorreu no dia 19 de novembro uma forte chuva que atingiu a cidade de Córrego Novo MG deixando muitos desabrigados e destruição em mais de 60% da cidade.

Vinicius Silva

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fonte: https://plox.com.br/noticia/20/11/2019/mais-da-metade-das-casas-em-corrego-novo-foram-atingidas-por-enchente-diz

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Economia

Bovespa tem maior queda em mais de 1 ano; ação da Petrobras despenca mais de 14%

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O Ibovespa caiu 4,49%, aos 75.355 pontos.

O principal índice de ações da bolsa brasileira (B3), o Ibovespa, fechou em forte queda nesta segunda-feira (28), com o mercado ainda reagindo aos desdobramentos da greve dos caminhoneiros, com preocupação sobre o impacto nas contas públicas e nos diversos setores afetados. A baixa foi ampliada pela queda de mais de 14% das ações da Petrobras.

O Ibovespa caiu 4,49%, aos 75.355 pontos. Veja a cotação. Foi a maior queda diária desde o dia 18 de maio de 2017, quando o mercado reagiu às primeiras notícias sobre as delações da JBS envolvendo gravação de conversa com o presidente Michel Temer.

Com o recuo desta segunda, a bolsa reverteu os ganhos do ano, e agora passa a acumular recuo de 1,37% em 2018.

“O mercado estava arisco hoje o dia todo. A queda foi acelerada no final em razão de durante toda a segunda-feira não ter nenhum fato importante que garanta que realmente a greve está perto do fim e o governo conseguiu solucionar o problema”, afirma o economista Pedro Coelho Afonso.

“Os grandes fundos que estão vendendo e zerando posição [ou seja, colocando ações à venda] pressionam no final para justificarem que o que fizeram durante todo o pregão estava correto”, acrescenta o analista-chefe do fundo de private equity, DMI Group.

O dia foi marcado ainda por falta de referência do mercado externo, já que o pregão esteve fechado em Wall Street em virtude do feriado nos Estados Unidos.

Petrobras despenca

A ação preferencial da Petrobras (que dá preferência na distribuição de divivendos caiu 14,59% nesta segunda, enquanto a ordinária (que dá direito a voto em assembleias da empresa) recuou 14,06%. Segundo a Reuters, em 8 pregões a empresa perdeu R$ 146 bilhões em valor de mercado.

Além de reagir ao anúncio de redução do preço do diesel em resposta às manifestações dos caminhoneiros, o mercado também mostrou preocupações sobre o anúncio de que os petroleiros também entrariam em greve, em um dia já marcado pela tendência negativa pela queda dos preços internacionais do petróleo.

A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) decidiu convocar uma greve da categoria para começar na terça-feira (29) contra a política de preços da Petrobras, acompanhando a decisão da Federação Única dos Petroleiros (FUP) de convocar greve de 72 horas a partir de quarta-feira (30), véspera do feriado de Corpus Christi no Brasil.

O papel da empresa já vinha registrando quedas consecutivas nos últimos dias. Em nota divulgada nesta segunda, a Petrobras declarou que “não subsidiará o preço do diesel e não incorrerá em prejuízo, uma vez que será ressarcida pela União, em modalidade ainda a ser definida”. Na avaliação de especialistas ouvidos pelo G1, porém, a petroleira cedeu a pressões políticas e perdeu credibilidade.

Greve continua

Apesar de a Petrobras estar em evidência, a greve também tem atingido diversos setores da economia. “Há um desabastecimento generalizado, inclusive na cadeia alimentar”, disse à Reuters o gestor Marco Tulli Siqueira, da mesa de operações de Bovespa da Coinvalores.

Nesta manhã, a fabricante de carrocerias de ônibus Marcopolo e a Suzano Papel e Celulose anunciaram paralisação das atividades devido à greve dos caminhoneiros.

Greve dos caminhoneiros provoca interrupção de serviços e escassez de produtos (Foto: Reprodução/TV Fronteira)

Greve dos caminhoneiros provoca interrupção de serviços e escassez de produtos (Foto: Reprodução/TV Fronteira)

Os caminhoneiros continuam parados mesmo após o governo anunciar na véspera que vai reduzir o preço do litro do diesel em R$ 0,46 por 60 dias. Na semana passada, o governo já tinha anunciado corte de 10% no preço do combustível.

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, informou nesta segunda-feira que a redução do preço do diesel terá custo total de R$ 9,5 bilhões aos cofres públicos. Guardia disse ainda que o governo pode ter que aumentar tributos para compensar uma parte da despesa que terá com a redução do diesel.

“A percepção de que o governo brasileiro está com dificuldades para se arrastar até o final do mandato cresceu fortemente. O estouro das contas públicas, que seria mitigado pela recuperação da economia, pela queda dos juros, cortes das despesas e reformas, está firme em uma trajetória explosiva, realimentada pela decisão de cobrir as demandas dos caminhoneiros com cortes de impostos”, escreveu em nota Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da Nova Futura Investimentos.

Com informações da Karina Trevizan, G1

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