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Aglomerações, variantes mais infecciosas, gestão confusa: veja semelhanças entre os colapsos na pandemia na Índia e no Brasil

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Paciente com Covid é atendida em hospital de Nova Delhi em foto de 29 de abril de 2021 — Foto: Danish Siddiqui/Reuters

Com recordes diários de infecções e mortes, o país do sul asiático ultrapassou o Brasil e se tornou o epicentro da pandemia de coronavírus no mundo. Entenda quais foram os fatores que levaram às altas nos números.

A Índia vem registrando recordes diários de novas infecções e mortes por Covid-19 e já é considerada o epicentro da doença no mundo. O país, que há poucos meses se via “praticamente livre” da doença, tem enfrentado um colapso no sistema de saúde, com falta de oxigênio e cremações em massa.

A situação atual no país asiático com mais de 1,3 bilhão de habitantes se assemelha à encarada pelo Brasil em março deste ano, quando o país mostrava sinais de colapso. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) chegou a dizer, na época, que era a maior crise sanitária e hospitalar da história brasileira.

Na semana passada, a Índia ultrapassou o Brasil em número diário de mortes por complicações do coronavírus no mundo. A média atual da Índia está em 3,4 mil óbitos a cada 24 horas, segundo projeção da plataforma Our World In Data, ligada à Universidade de Oxford.


Nesta segunda-feira (3), o país registrou mais 3,4 mil mortes e 368 mil casos, elevando o total de vítimas para 218,9 mil e o de infectados, para 19,9 milhões. Com isso, a Índia ultrapassou o México e se tornou o 3º país com mais mortes por Covid do mundo, atrás apenas de Estados Unidos e Brasil.
Ainda em março, quando o Brasil passava por sua pior fase na pandemia com a maior média diária de mortes por Covid-19 do mundo, o governo indiano declarou que por lá ela estava “em fase final”. Enquanto o Brasil começa a ver alguma redução na incidência de casos e mortes, a Índia quebra recordes diários.

Raio-x: Índia e Brasil — Foto: Elcio Horiuchi/G1
Raio-x: Índia e Brasil — Foto: Elcio Horiuchi/G1
Os cenários da pandemia na Índia e no Brasil têm algumas características similares:

Variantes mais infecciosas
Gestão governamental confusa
Eventos de alta transmissão
Ritmo lento de vacinação

Veja abaixo o detalhamento de cada uma delas:

1. Variantes mais infecciosas

Rajib Dasgupta, diretor do centro de medicina social da Universidade Jawaharlal Nehru, em Nova Delhi, disse em entrevista ao G1 acreditar que a segunda onda na Índia acontece “provavelmente, e de forma mais significativa” por conta das mutações, ou variantes, registradas no país.

Suspeita de ser um dos motivos da segunda onda na Índia, a variante B.1.617 já foi detectada em pelo dezenas de países – mas a variação não explica sozinha o tamanho da crise na Índia, com um disparo no número de infecções registrado em abril.

O epidemiologista brasileiro Paulo Lotufo acredita que a presença das variantes está “muito pouco” relacionada ao aumento no número de casos de Covid-19 tanto na Índia como no Brasil (por aqui, a variante P.1 foi identificada como mais transmissível), e mais à ausência de políticas eficientes de distanciamento social.

“As variantes somente aparecem quando há descontrole social”, disse Lotufo.

O professor Rajib Dasgupta comenta que um dos sinais de que a variante indiana tenha contribuído com a segunda onda na Índia é sua incidência em dois estados: Punjab e Maharashtra.

“Esses dois estados representavam um terço dos casos até o final de março de 2021”, disse Dasgupta. “Isso tem como pano de fundo, é claro, a falta de níveis adequados de práticas e comportamentos preventivos.”

Média diária de casos de Covid no Brasil e na Índia — Foto: Anderson Cattai/G1

Média diária de casos de Covid no Brasil e na Índia — Foto: Anderson Cattai/G1

Em 29 de dezembro de 2020, a Índia reportou seis casos da variante do Reino Unido (B.1.1.7) entre viajantes internacionais. A B.1.617 (duas mutações – E484Q e L452R) detectadas pela primeira vez em meados de fevereiro.

As linhagens B1.1.7 e a B1.617 são atribuídas à contribuição com os surtos nos estados de Punjab e Maharashtra, respectivamente.

No Brasil, a presença da variante P.1, identificada pela primeira vez em viajantes japoneses que estiveram em Manaus, é apontada como responsável pelo aumento no número de infecções na capital amazonense.

A variante brasileira é apontada pelos cientistas como mais transmissível por conta de mutações na proteína S, que acopla o vírus às células humanas. As variantes sul-africana e britânica também foram identificadas no país e têm grande potencial de infecção.

2. Gestão governamental confusa

O presidente Jair Bolsonaro ao lado do primeiro-ministro Narendra Modi durante cerimônia de comemoração do Dia da República da Índia em foto de janeiro de 2020 — Foto: Alan Santos /PR
O presidente Jair Bolsonaro ao lado do primeiro-ministro Narendra Modi durante cerimônia de comemoração do Dia da República da Índia em foto de janeiro de 2020 — Foto: Alan Santos /PR

O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, pareceu lidar bem com uma primeira onda da pandemia, ainda em 2020. O país de 1,3 bilhão de habitantes conseguiu cumprir com a difícil tarefa de impor um lockdown nacional.

Com o fechamento do comércio em grandes centros, houve um fluxo de pessoas para o interior, o que é apontado como uma das causas para a dispersão do vírus no país que tem sofrido diariamente com hospitais colapsados e cremações em massa.

Em um momento de estabilidade no número de casos, ainda antes da nova onda que já leva milhares de vidas diariamente no país, Modi chegou sugerir a prática de ioga como forma de se criar um “escudo protetor de imunidade” contra o coronavírus.

A sugestão não tem como base nenhuma evidência científica e pode inclusive piorar a situação da pandemia, uma vez que a prática de ioga é muitas vezes comunitária e o vírus da Covid-19 é transmitido pelo ar, entre as pessoas.

Os comícios do Bharatiya Janata Party (BJP), partido do primeiro-ministro indiano, continuam a ocorrer e a levar multidões às ruas mesmo com os recordes diários de casos e mortes.

A posição do líder indiano sobre a pandemia sofreu algumas mudanças e, no início do ano, Modi apostou em uma política baseada na distribuição de vacinas – tanto dentro do seu território, como enviando para países aliados.

“A Índia foi bem-sucedida em salvar tantas vidas, nós salvamos a humanidade toda de uma grande tragédia”, disse Modi em janeiro, durante o Fórum de Davos. Três meses depois, o país registrava mais de 2 mil mortes diárias.

A Índia conta com um dos maiores centros de produção de vacinas no mundo, onde é fabricada parte das vacinas usadas inclusive no Brasil.

A disparada de casos e mortes ocorreu após o ministro da Saúde indiano, Harsh Vardhan, ter falado em “fase final da pandemia” em março e ter flexibilizado as medidas de combate à pandemia, liberando comícios eleitorais e festivais religiosos (leia mais adiante).

Ele disse ainda que o governo de Narendra Modi era um “exemplo para o mundo na cooperação internacional”.

Em comparação, o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que chegou a comparar a Covid com uma “gripezinha” no primeiro semestre de 2020, recusou onze ofertas formais de fornecimento de vacinas contra a Covid-19.

Assim como o chefe da saúde da Índia, Bolsonaro também disse que a pandemia estava acabando no Brasil semanas antes do surto que atingiu Manaus e levou o sistema de saúde a um colapso com a falta de oxigênio.

“Me permite falar um pouco do governo, que ainda estamos vivendo o finalzinho de pandemia. O nosso governo, levando-se em conta outros países do mundo, foi aquele que melhor se saiu, ou um dos que melhores se saíram na pandemia”, disse Bolsonaro em dezembro de 2020.

Bolsonaro chegou a suspender a compra das vacinas desenvolvidas pelo Instituto Butantan (SP) em parceria com a chinesa Sinovac e até disse, em uma rede social, que a vacina causaria morte e invalidez. O presidente brasileiro também promoveu aglomerações e se coloca publicamente contrário ao lockdown.

Bolsonaro ainda entrou em choque com governos estaduais por ser contrário a medidas de restrição, além de ter tido quatro ministros da Saúde desde o começo da crise da Covid-19.

3. Eventos de alta transmissão

O governo indiano atribui a explosão de casos e mortes ao não uso de máscaras pela população e ao desrespeito ao distanciamento social – e o próprio governo, que em um primeiro momento defendeu um lockdown nacional, agora se recusa a aplicá-lo novamente, tentando responsabilizar as autoridades estaduais pela situação fora de controle.

“Reuniões de quaisquer tipos podem contribuir com o aumento da transmissão. No entanto, as recentes grandes aglomerações – religiosa e política – acompanharam o surgimento das formas mutantes”, disse Dasgupta, de Nova Delhi.

No início de abril, um festival hindu promoveu aglomeração nas margens do rio Ganges (veja no vídeo acima). No Brasil, segundo explica Lotufo, o aumento no número de infecções esteve relacionado não somente às festas irregulares, aglomerações em bares, restaurantes e em celebrações religiosas, mas também com feriados importantes, como o Natal.

4. Ritmo de vacinação no Brasil e na Índia

Média de vacinas contra a Covid aplicadas por dia no Brasil e na Índia — Foto: Anderson Cattai/G1

Média de vacinas contra a Covid aplicadas por dia no Brasil e na Índia — Foto: Anderson Cattai/G1

Brasil e Índia avançam lentamente com seus programas de vacinação, atingindo pouco mais de um décimo de toda a população até o momento. Os dois inclusive dividem um dos mesmos imunizantes: tanto aqui como lá, a vacina da AstraZeneca integra a campanha nacional de vacinação.

O professor Rajib Dasgupta reforçou que a vacinação é eficaz – mas disse que é preciso que boa parte da população receba as duas doses e que uma pequena parcela dos indianos foi vacinado com ao menos a primeira dose da vacina.

“A vacinação é eficaz, como nós sabemos, duas semanas após a segunda dose e para um nível razoável de três semanas após a primeira dose”, disse Dasgupta. “A vacinação ajuda a aumentar a imunidade em nível populacional, o desafio imediato é ser capaz de oferecer cuidados clínicos, principalmente nas UTIs.”

O governo indiano começou sua campanha de vacinação contra a Covid-19 em 16 de janeiro, um dia antes da primeira dose ser aplicada no Brasil. O país faz uso de dois imunizantes, ambos produzidos localmente: Covaxin e Oxford/AstraZeneca – a mesma do Brasil, que também usa a Coronavac.

Até o dia 29 de abril, mais de 163 milhões de indianos receberam ao menos uma dose da vacina – o número equivale a cerca de 8% da sua população total. Mesmo começando antes e tendo a produção local de vacinas, a Índia tem vacinado sua população muito lentamente.

vacinas, a Índia tem vacinado sua população muito lentamente.

O epidemiologista brasileiro Paulo Lotufo concorda com o especialista indiano. Segundo ele, a vacinação ainda não desacelerou o ritmo de transmissão porque a cobertura “ainda é baixíssima” nos dois países.

Até o dia 29 de abril, o Brasil havia aplicado ao menos uma dose da vacina contra a Covid-19 em 31,2 milhões de pessoas. O número cobre cerca de 14% da população.

Fonte: Fabio Manzano, G1

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CARRO SAI DA PISTA NA BR-116 E CAI EM RIBANCEIRA

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Na tarde desta segunda-feira (3), um veículo Fox, com placa de Manhuaçu, saiu da pista no km 550 da BR-116, caiu em uma ribanceira de aproximadamente 50 metros e capotou várias vezes. O acidente aconteceu em um trecho conhecido como Serra do Barro Branco, próximo à Santa Bárbara do Leste.

Segundo informações, o motorista perdeu o controle da direção em uma curva e o veículo passou direto. Chovia muito no momento do acidente.Segundo informado ao Polícia 24h, três pessoas estavam no carro e são moradores de Caratinga. Eles estariam seguindo de Guarapari (ES), para a Caratinga.

Segundo Erenaldo, do Resgate União, os dois passageiros não ficaram feridos, já o motorista, sofreu um corte na testa e suspeita de fratura no braço esquerdo e na clavícula. A vítima foi socorrida e levada para o Hospital Nossa Auxiliadora, em Caratinga.O registro da ocorrência ficou a cargo da Polícia Rodoviária Federal.

Fonte: Polícia 24h Leste Minas

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CINCO PESSOAS MORREM APÓS CARRO INVADIR A CONTRAMÃO E BATER DE FRENTE COM ÔNIBUS NA BR-040

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Cinco pessoas morreram em grave acidente envolvendo um carro de passeio e um ônibus vinculado à Buser, na tarde deste domingo (26), na BR-040, em Ewbank da Câmara, na Zona da Mata. De acordo com o Corpo de Bombeiros, os cinco mortos estavam no carro, um Pálio. Os óbitos foram confirmados por equipes do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu).

O Corpo de Bombeiros informou que 28 passageiros e dois motoristas estavam no ônibus, que saiu do Rio de Janeiro e seguia para Belo Horizonte. Um dos condutores teve um trauma no tórax, após a batida, e precisou ser encaminhado a um hospital da região.As vítimas fatais já identificadas são duas mulheres, de 26 e 45 anos, e um homem de 54.

Ainda conforme a corporação, chovia no momento do acidente. O motorista do Pálio perdeu o controle da direção, invadiu a contramão e bateu no ônibus. O veículo de passeio ficou completamente destruído.A assessoria de imprensa da Buser emitiu nota e informou que o ônibus é de propriedade da empresa Pedra Azul, com quem a startup tem atuado para prestar solidariedade aos familiares das vítimas e esclarecimentos às autoridades.

Segundo a Buser, os passageiros não tiveram ferimentos e foram realocados em um novo veículo para seguir com a viagem. “A startup afirma ainda que o ônibus em questão é um veículo novo, em excelente estado de conservação, com sensores de fadiga para o monitoramento permanente dos motoristas, além de possuir o sistema de telemetria, ferramenta que permite o controle em tempo real da velocidade”, disse a empresa em nota.

A Via-040, concessionária que administra a rodovia no trecho do acidente, informou que o acidente causou interdição parcial no sentido Rio de Janeiro. Há um congestionamento de cerca de 1km no local. O acidente ocorreu entre o acesso à Paula Lima e o posto da Polícia Rodoviária Federal.

Informações: O Tempo

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Saúde

Sem citar prazo, governo diz que vai analisar autorização da Anvisa para vacinar crianças contra a Covid

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Criança é vacinada contra Covid-19 em Leipzig, Alemanha, em 10 de dezembro de 2021 — Foto: Matthias Rietschel/Reuters

Anvisa liberou o uso da vacina da Pfizer para crianças entre 5 e 11 anos e segue decisão já adotada, por exemplo, nos EUA e na Europa. Conselho de secretários cobra que o ministério providencie as doses necessárias.

O Ministério da Saúde declarou nesta quinta-feira (16) que irá analisar a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que autorizou a aplicação da vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19.

Não há previsão de quando a imunização vai começar porque a vacina para este público tem diferenças em relação ao produto que foi aplicado nos adultos. Estados e municípios não podem apenas utilizar doses já recebidos para outras faixas etárias: é preciso que o governo federal compre doses específicas para as crianças.

“Essa documentação precisa chegar ao ministério, vai ser analisada. São esferas diferentes de análise e decisão. Nós temos o objetivo de, com celeridade, dar o posicionamento do ministério”, disse Queiroga.

Queiroga disse que vai fazer uma “ampla” discussão com a sociedade civil sobre o tema, citando até o Conselho do Ministério Público Federal e o Conselho Nacional de Justiça.

“A aplicação de dose da vacina em criança depende de momento epidemiológico, tem uma série de avaliações”, disse o ministro.

Em seu histórico de ações na pandemia, o ministro Queiroga tem como um dos marcos negativos a decisão de suspender a vacinação de adolescentes. Poucos dias depois, a decisão foi revertida diante da comprovação de que um evento adverso em uma adolescente não tinha relação com a vacinação.

Bolsonaro pede nomes de responsáveis

Nesta noite, o presidente Jair Bolsonaro – que declara não ter se vacinado – levantou dúvidas sobre a decisão da Anvisa em uma transmissão ao vivo nas redes sociais. O presidente cobrou a divulgação do nome dos responsáveis pela autorização e disse que os pais devem avaliar se darão ou não o imunizante.

“Não sei se são os os diretores e o presidente que chegaram a essa conclusão ou é o tal do corpo técnico, mas, seja qual for, você tem o direito de saber o nome das pessoas que aprovaram aqui a vacina a partir dos cinco anos para o seu filho. (…) Agora mexe com as crianças. Então quem é responsável é você pai. Tenho uma filha de 11 anos. Vou estudar com a minha esposa qual decisão tomar”, disse Bolsonaro.

Conselho cobra Ministério da Saúde

Após a decisão da Anvisa, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) manifestou o seu apoio à imunização de crianças e cobrou que o Ministério providencie as doses necessárias.

“Tendo em vista que para dar início à vacinação nesta faixa etária será necessária formulação específica desta vacina com um terço da fórmula “padrão” (10 microgramas por dose), o Conass aguarda posicionamento do Ministério da Saúde quanto à sua aquisição, o que é de sua competência”, afirmou o Conass.

O uso da vacina é necessário para combater o avanço da doença, principalmente frente a nova variante do coronavírus, a ômicron, que segundo evidências é mais transmissível que as demais cepas do vírus.

De acordo com o infectologista Renato Kfouri, representante da Sociedade Brasileira de Imunizações e que participou da avaliação da Pfizer junto à Anvisa, a Covid matou mais crianças do que coqueluche, diarreia, sarampo, gripe e meningite somadas.

“A gente fala que só 0,4% das mortes ocorrem nos menores de 20 anos, mas 0,4% de 600 mil mortes são mais de 2.500 crianças e adolescentes que perderam a vida para a Covid. Em dois anos, esse total de mortes é maior do que todo o calendário infantil. Se somarmos todas as mortes por coqueluche, diarreia, sarampo, gripe, meningite, elas não somam 1.500 por ano. A Covid-19 é uma doença prevenível por vacina que mais mata nossas crianças”, diz Kfouri.

A mesma autorização de uso já foi concedida pelo FDA e pela EMA (agências regulatórias de saúde dos Estados Unidos e União Europeia), além de países como Costa Rica, Colômbia, República Dominicana, Equador, El Salvador, Honduras, Panamá, Peru e Uruguai.

Fonte: g1.globo.com

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